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Justiça decide que ex-goleiro Bruno continuará em regime fechado

Em 2013, Bruno foi condenado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver da ex-namorada. (Foto: Reprodução)

A defesa do goleiro Bruno Fernandes pediu à Justiça de Belo Horizonte que anulasse uma falta grave a qual o ex-atleta foi condenado em fevereiro deste ano. No entanto, o relator do processo, desembargador Doorgal Andrada desconheceu o recurso da defesa, que sequer foi analisado na sessão desta quarta-feira (19). O motivo, segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), é que os advogados de defesa de Bruno não juntaram qualquer documentação ao recurso.

O goleiro foi condenado pela denúncia de que ele havia tido um encontro com mulheres e bebidas alcoólicas em um bar da cidade. Ano passado, Bruno havia sido beneficiado com o direito de exercer um trabalho externo. A partir daí, o goleiro passou a cumprir pena na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac). Depois da denúncia, a 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha cancelou o benefício. Com a punição, Bruno também perdeu o direito de pedir progressão de pena.

Em 2017, o goleiro chegou a ser solto após uma liminar do Superior Tribunal Federal (STF). À época, Bruno assinou com a equipe do Boa Esporte, de Minas Gerais, e voltou a atuar profissionalmente. Em 27 de abril de 2017, após ter a medida que o mantinha em liberdade revogada e um pedido de habeas corpus negado, o goleiro voltou para a prisão.

O Caso
Em 2013, Bruno foi condenado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver da ex-namorada, com quem teve um filho. O crime aconteceu em 2010 e, logo depois, o goleiro foi preso.