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Luzes estão piscando na Lua e ninguém sabe explicar o motivo

Várias explicações já foram especuladas sobre o que gera essas luzes na Lua. (Foto: Reprodução)

Há décadas astrônomos relatam a observação de pontos luminosos na Lua. O russo Kozyrev foi um dos primeiros a observar e documentar o chamado Fenômeno Lunar Transitório (TLP, sigla em inglês). Ele identificou um ponto luminoso vermelho em uma cratera lunar em 1959. O fenômeno, porém, ainda não foi completamente esclarecido e pesquisadores tentam entender a ocorrência das luzes.

Os TLPs podem surgir como breves flashes ou durar horas seguidas. Além disso, foram registradas diferentes cores, como branca, vermelha, rosa e violeta.

Especulações

Várias explicações já foram especuladas sobre o que gera essas luzes na Lua — além de pequenos alienígenas tirando foto com flash da gente de lá. Alguns cientistas apostam em meteoritos que acertam nosso satélite, outros falam em ventos solares, mas nada que seja conclusivo. Porém, agora, alguns especialistas vão tentar compreender melhor a origem desse mistério.

O professor de tecnologia espacial da Julius-Maximilians-Universität Würzburg, na Alemanha. Hakan Kayal e sua equipe possuem acesso a um telescópio na Espanha que usa duas câmeras para observar a Lua constantemente. Quando ambas veem um dos flashes, o telescópio captura fotos e vídeos e alerta a equipe do professor para realizar observações adicionais.

Entendendo nossos vizinhos

Os resultados vão ser somados a dados da Agência Espacial Europeia para tentar entender o que pode estar acontecendo no nosso satélite natural. “Atividades sísmicas também foram observadas na Lua. Quando a superfície se move, os gases que refletem a luz do sol podem escapar do interior do satélite”, disse o professor Hakan Kayal. “Isso explicaria os fenômenos luminosos, alguns dos quais duram horas.”

Resposta ainda deve demorar

A resposta para esse mistério, porém, ainda deve demorar para ser encontrada — o telescópio ainda está em desenvolvimento e várias melhorias ainda devem ser feitas em seu software, que entrou em ação muito recentemente, no último mês de abril.

Trocando Lua por Marte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi ao Twitter recentemente para comentar o recente planejamento da missão Artemis, próximo passo da exploração espacial da Nasa. Entretanto, a publicação tem um tom contraditório e uma construção de frase que acabou confundindo especialistas e seguidores.

Na publicação, o presidente defende que “o foco não esteja em um retorno ao nosso satélite natural, pois isso já aconteceu antes, e sim na chegada ao Planeta Vermelho, próximo grande projeto da agência.”

“Por todo o dinheiro que estamos gastando, a Nasa não deveria estar falando sobre ir para a Lua — nós fizemos isso há 50 anos. Eles deveriam estar focados nas coisas muito maiores que estamos fazendo, incluindo Marte (da qual a Lua é uma parte), Defesa e Ciência”, disse o presidente em seu perfil pessoal e oficial.

São duas as confusões que o tweet gerou. A primeira é a vontade de Trump: ele mesmo autorizou a missão Artemis a começar em 2017 e o seu governo tem pressionado a Nasa para conseguir de fato pousar por lá, repetindo o feito da Apollo 11 até 2024.

Além disso, a citação de que a Lua “seria uma parte” de Marte gerou piadas e questionamentos por parte de usuários e fez até especialistas em astronomia perguntarem ao presidente o que ele quis dizer. Aparentemente, ele estava se referindo a um plano para fazer da Lua um “projeto piloto” para testes ou até utilizá-la como “primeira parada” do plano de ir ao planeta vizinho.