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Paulo Preto é acusado de movimentar 400 mil dólares no exterior

Essa é a quarta vez que ele é acusado por lavagem de dinheiro no exterior. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Aproximadamente R$ 113 milhões foram depositados em um banco no paraíso fiscal das Bahamas, na América Central e a polícia acusa o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza. A força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba conseguiu o bloqueio da conta, a qual dizem ser ligada a Paulo Preto. Essa é a quarta vez que ele é acusado por lavagem de dinheiro no exterior.

O acusado foi denunciado pelo MPF na Operação Lava Jato em Curitiba por ajudar um suposto operador de propinas da Odebrecht, o advogado Rodrigo Tacla Duran (atualmente na Espanha, foragido da Justiça brasileira), a lavar dinheiro ilícito. Ele teria transferido 400 mil dólares de sua conta na Suíça, mantida no nome da offshore Groupe Nantes, para a conta da offshore Prime Cheer Ktd., controlada pelo doleiro Wu-Yu Sheng, que atuava com Duran.

Apontado como operador financeiro do PSDB, Paulo Preto foi diretor da estatal de obras viárias do governo paulista, Dersa, de 2005 a 2010, nos governos tucanos de Geraldo Alckmin e José Serra, no estado de São Paulo.

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