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Colunistas Celso de Mello antecipa saída do STF e abre vaga para Bolsonaro indicar sucessor

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Nomeado em 1989 pelo presidente José Sarney, Celso de Mello pede aposentadoria no STF. (Foto: Divulgação/STF)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Após um final de carreira melancólico, o ministro Celso de Mello, no Supremo Tribunal Federal desde 1989, quando foi nomeado pelo presidente José Sarney, anunciou que decidiu antecipar sua aposentadoria. Ele não vai esperar o dia 31 de outubro e anunciou que sairá do STF dia 13 de outubro por “razões estritas e supervenientes de ordem médica”.

Em documento sigiloso, a decisão foi comunicada ao presidente do STF, Luiz Fux, na última terça (22). Cumprindo a lei, o Supremo enviou um ofício ao Ministério da Justiça para que a Presidência da República seja informada da necessidade de indicar um nome para a vaga.

As especulações para a vaga

As especulações de nomes que podem suceder Celso de Mello se aceleram agora, com a antecipação da sua saída do STF. O juiz federal William Douglas, de Niterói, e o ministro da Justiça, André Mendonça – conservadores e evangélicos –, têm sido mencionados. Uma outra opção, que teria impressionado o presidente Jair Bolsonaro, seria o ex-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz.

Patrimônio da comunista Manuela D’Avila cresceu 382% em dois anos

A informação é do professor e cientista político Paulo Moura, em seu blog Dextra. Segundo os dados declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2018 e 2020 pela comunista, que está sem mandato político desde que concorreu como vice-presidente de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República em 2018, o patrimônio da candidata deu um salto de R$ 94,5 mil para R$ 455,5 mil.

Antes de sair, Toffoli arquivou 12 inquéritos de Sérgio Cabral

Antes de deixar a presidência do STF, o ministro Dias Toffoli decidiu arquivar um total de 12 inquéritos que haviam sido abertos com base na delação premiada do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. O acordo de Cabral foi fechado com a Polícia Federal.

É bom lembrar que, no início do ano, o relator da Operação Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin, decidiu validar o acordo de colaboração premiada firmado por Cabral com a Polícia Federal. O acordo foi homologado pelo Supremo por envolver autoridades com prerrogativa de foro privilegiado, como ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e políticos.

Em São Paulo, Russomanno tem quase 50% a mais que Bruno Covas

A primeira pesquisa feita pelo Instituto Datafolha para a eleição na prefeitura de São Paulo entre os dias 21 e 22, mostrou que o deputado federal Celso Russomanno (Republicanos), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, teria 29% das intenções de votos. O atual prefeito tucano, Bruno Covas, com apoio do governador João Doria, tem 20%, índice bem próximo dos eleitores que declaram o voto branco ou nulo. Guilherme Boulos, do PSOL, tem 9% das intenções de voto.

Governador Eduardo Leite mantém base política intacta

O governador gaúcho Eduardo Leite tem conseguido manter intacta a sua base política de apoio, apesar das disputas para as prefeituras do Rio Grande do Sul.

O espectro das candidaturas, em especial nas grandes cidades como a capital, Caxias do Sul, Canoas, Pelotas, Santa Maria e Passo Fundo, não conseguiu reproduzir as mesmas alianças que Eduardo Leite mantém no governo.

Mesmo assim, sem interferir nas disputas locais, ele tem conseguido, com habilidade, isolar das disputas municipais, a unidade no governo gaúcho.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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