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Brasil A Polícia Federal faz busca e apreensão de suposta vacina contra o coronavírus no Rio

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A ADPF destacou que a Lei contra o abuso de autoridade não pode ser usada "como instrumento de intimidação ou de vingança". (Foto: PF/Divulgação)

A Polícia Federal (PF) realizou uma operação, nessa quinta-feira (8), contra uma empresa, em Niterói (RJ), que estaria vendendo uma suposta vacina contra a covid-19. Foi cumprido mandado de busca e apreensão na sede do grupo, que atua no ramo hospitalar. A informação foi divulgada pela assessoria da PF.

A investigação teve início a partir de denúncia recebida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), referente à venda irregular de doses de vacina contra a covid-19 ainda em desenvolvimento.

Segundo as informações, a empresa investigada não tem autorização ou convênio com as autoridades sanitárias, com a empresa fabricante da vacina para atuar no processo de desenvolvimento ou comercialização.

“A suspeita é de que os responsáveis aproveitavam-se do período de pandemia para criar a ilusão de que já possuiriam a vacina, sem que isso fosse a realidade, perpetuando assim a fraude”, informou a PF em nota.

Segundo a instituição, as condutas apuradas podem se enquadrar nos artigos 273 ou 171, do Código Penal. Não foi informado se houve detenções na operação.

Denúncia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu denúncia sobre suposta comercialização irregular de uma vacina falsa contra a covid-19. Segundo a agência, relatos indicam que um medicamento denominado “Vacina de Oxford contra Covid-19” seria disponibilizado por empresa localizada no município de Niterói, no Rio.

A denúncia foi apresentada no último dia 25, quando foi avaliada e encaminhada à PF, informou a agência em nota. No comunicado, a Anvisa alerta que não há, no momento, nenhuma vacina contra a covid-19 autorizada para ser comercializada e usada pela população.

“Até que seja autorizado pela Anvisa, o cidadão não deve comprar e utilizar qualquer vacina que tenha alegação de prevenir a covid-19”, alerta a agência, complementando que existem no Brasil vacinas empregadas exclusivamente em estudos clínicos.

Irregularidades devem ser denunciadas por meio dos canais da agência de imediato para a proteção da população.

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