Quinta-feira, 01 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de maio de 2021
Pazuello subiu em um carro de som no ato realizado no Rio no último domingo
Foto: Alan Santos/PRO ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello apresentou na quinta-feira (27) ao Exército a defesa no processo disciplinar que apura a sua participação em um ato com o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro.
General da ativa do Exército, Pazuello argumentou que o passeio de moto no Rio de Janeiro, no último domingo (23), não era um evento político-partidário, que o País não está em período eleitoral e que Bolsonaro não é filiado a partido político. Pazuello alegou também ter a convicção de que não infringiu nenhuma norma do Regulamento Disciplinar do Exército.
A Força abriu um procedimento disciplinar para apurar a conduta de Pazuello um dia depois do ato, e o prazo para apresentação da defesa era de dois dias. Agora, caberá ao comando do Exército decidir o que fazer. O prazo é de 30 dias.
O Regulamento Disciplinar do Exército considera transgressão “manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária”.
O Estatuto dos Militares diz que “são proibidas quaisquer manifestações coletivas, tanto sobre atos de superiores quanto as de caráter reivindicatório ou político”.
Com a apresentação da defesa, Pazuello será chamado para fazer a sustentação oral, se não houver arquivamento sumário do caso. Se for punido, Pazuello pode receber advertência, repreensão oral ou prisão.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
é tudo tão espontâneo né kkkkkkk
É verdade, estamos assistindo o povo aplaudir seu Presidente durante seu costumeiro passeio de moto. Então o Presidente não montou um ato político, o povo é soberano para se manifestar em qualquer lugar e para quem quer que seja de seu agrado. O min istro por estar junto ao seu Presidente não participou de ato político.
q avaliacao profunda….bem q tu podia colocar nesse rol uns ” cidadão de bem” tb
Lula ,Renan, Omar Aziz , cabral , Pazuello e o pobre Brasil
parece brincadeira de colégio, é mta desfaçatez dizer q n é um ato político compostos por agentes políticos. Mas o bom é q todos estamos assitindo o q é de fato boa parte dos nossos militares
Gangue no palácio….https://istoe.com.br/documentos-mostram-24-reunioes-com…/
É um mentiroso patológico!