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Economia Brasil cria mais de 1,5 milhão de vagas de emprego com carteira assinada no primeiro semestre

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Em junho, as cinco regiões do País apresentaram saldo positivo na geração de empregos formais

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Contingente de empregados com carteira de trabalho no setor privado cresceu 4,8%. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Ministério do Trabalho e Previdência informou, nesta quinta-feira (29), que a economia brasileira criou mais de 1,5 milhão de empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano.

Ao todo, o País registrou 9.588.085 contratações e 8.051.368 demissões, o que representa um saldo positivo de 1.536.717 empregos criados. Os dados constam no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). No mesmo período do ano passado, o Brasil havia fechado 1,19 milhão de vagas formais de trabalho.

Segundo o secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Bianco, o País criou sete novos empregos por minuto nos seis primeiros meses deste ano, considerando o saldo líquido (admissões menos demissões). “Se pegarmos só as admissões, geramos 37 empregos formais por minuto. Isso mostra a força da nossa economia. No ano de 2021, marcado pela pandemia, geramos por minuto, no saldo [admissões menos demissões], sete novos empregos”, ressaltou Bianco.

Somente no mês de junho, o Brasil criou 309.114 empregos formais, resultado da diferença entre as contratações, que somaram 1.601.001, e as demissões, que totalizaram 1.291.887.

Os cinco setores da economia analisados criaram vagas no mês passado: serviços (125.713 postos), comércio (72.877 postos), indústria geral (50.145 postos), agricultura, pecuária, produção florestal e pesca  (38.005 postos) e construção (22.460 postos).

As cinco regiões do País também tiveram saldo positivo em junho: Sudeste (160.377 postos), Nordeste (48.994 postos), Sul (42.270 postos), Centro-Oeste (35.378 postos) e Norte (22.064 postos).

Salário

Segundo os dados do Caged, o salário médio de admissão em junho foi de R$1.806,29. Em relação ao mês anterior, houve redução real (descontada a inflação) de R$ 1,59, uma variação de -0,09%.

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4 Comentários
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Adroaldo Mousquer
29 de julho de 2021 18:03

Mas que maravilha. No meio de tantas mentiras pergunto: será verdade? E o “contrato de trabalho” que não dá direito à nada?

Fernando Krause
29 de julho de 2021 18:13

Será também “culpa do Bolsonaro”, como os jumentos costumam relinchar ?

Jose Lovatto
30 de julho de 2021 10:56

Parabéns ao SUL por estampar na capa uma notícia boa e esperançosa como essa, que nos faz acreditar que estamos no caminho, graças a força de trabalho do povo brasileiro, que não ficou em casa, contrariando quem pregava o contrário, alegando que economia depois a gente vê, como se a fome soubesse esperar.

Artur Borba
30 de julho de 2021 12:40

Só não vê quem não quer o bem do Brasil, estamos caminhando a passos largos e firme para recuperação da nação que estava destruida, em meio a uma pandemia, estamos gerando emprego e alavancando a economia. Negacionismo vem por parte de quem não aceita um governo austero e comprometido com o povo, 2022 será o caminho da redenção para sermos mais forte ainda.

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