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Polícia Após Justiça receber denúncia contra mãe e madrasta, saiba quais são os próximos passos do caso Miguel

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O corpo de Miguel teria sido jogado no rio Tramandaí

Foto: Reprodução
Miguel dos Santos Rodrigues, de 7 anos, foi morto em Imbé. (Foto: Reprodução)

Após o recebimento de denúncia pelo juiz Gilberto Pinto Fontoura, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Tramandaí, no Litoral Norte do RS, Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues tem dez dias para responder à acusação de torturar e matar (homicídio triplamente qualificado) o filho Miguel, em Imbé, e ocultar o cadáver do menino de 7 anos.

A criança está desaparecida desde o dia 29 de julho. Yasmin, que confessou ter matado o filho e disse que jogou o corpo no rio Tramandaí, cumpre prisão preventiva na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba.

A acusação formulada pelo MP (Ministério Público) aponta como corré a companheira de Yasmin, Bruna Nathiele Porto da Rosa, a quem os mesmos crimes são imputados. Bruna está internada no Instituto Psiquiátrico Forense de Porto Alegre para avaliação em razão da instauração de incidente de insanidade mental.

O processo contra ela fica suspenso, explicou o magistrado, até a conclusão do laudo médico, que é esperada para meados de setembro, quando, então, se definirá o rumo da ação contra a madrasta do menino.

Após as manifestações das defesas, deverão ser designadas audiências de instrução para tomada de depoimentos de testemunhas e interrogatório das acusadas. Por ora, esclareceu o juiz, a acusação arrolou 20 testemunhas. As defesas também poderão indicar nomes.

Fontoura informou ainda que, em consequência da alegada incapacidade mental da ré Bruna, a mãe dela foi nomeada curadora para acompanhamento do processo. Ambas as acusadas já constituíram advogados de defesa. A denúncia foi enviada pelo MP à Justiça nesta semana.

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Paulo Diehl
20 de agosto de 2021 14:56

dura lex sed lex , sem latex, [F.Sabino] , se não tivessemos esse arcaico código penal do século pdo. [1940] tempo em que se amarrava cachorro com linguiça, e remendado em 2002, essas duas amebas assassinas , filicidas , pegariam pena com dosimetria perpétua , ou iriam se encontrar com o capeta , após alguns anos curtindo o corredor da morte , para pensarem em seu inominável ato, como em paises sérios .

Anderson Cardoso
20 de agosto de 2021 15:34

Qual a pena da justiça falida do Brasil para uma barbárie ? 5 anos no máximo na cadeia o restante sai em liberdade condicional….

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