Sexta-feira, 06 de março de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Supremo proíbe uso de trechos do acordo de leniência da empreiteira Odebrecht em ações contra Lula

Compartilhe esta notícia:

Lewandowski, relator do recurso, foi contra a tese da PGR, que queria que ​​trechos do acordo pudessem ser utilizados nas ações caso o MPF assim desejasse.

Foto: Nelson Jr./STF
Em maio, o ministro completará 75 anos. (Foto: Nelson Jr./STF)

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por três votos a dois, que informações do acordo de leniência firmado pela empreiteira Odebrecht não podem ser usadas em ações penais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O julgamento se deu pelo plenário virtual da 2ª Turma e se encerrou na última sexta-feira (18).

O ministro Ricardo Lewandowski, relator do recurso, foi contra a tese da PGR (Procuradoria-Geral da República), que queria que ​​trechos do acordo pudessem ser utilizados nas ações caso o MPF (Ministério Público Federal) assim desejasse. Os ministros Gilmar Mendes e Nunes Marques acompanharam o relator.

A divergência foi aberta pelo ministro Edson Fachin, relator das ações da Operação Lava-Jato no STF. O ministro André Mendonça acompanhou esse entendimento e também foi a favor do recurso.

Em junho do ano passado, o ministro Ricardo Lewandowski impediu, por meio de decisão liminar (provisória), o uso, no processo do Instituto Lula, de todas as provas obtidas a partir do acordo de colaboração premiada.

Na ação, Lula é acusado de ter recebido propina da Odebrecht. Segundo o MPF, o ex-presidente teria sido beneficiado com a compra de um terreno de R$ 12 milhões pela empreiteira para a construção da nova sede do Instituto Lula.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

DMLU retira 80 toneladas de resíduos na Zona Norte de Porto Alegre
Prefeito de Porto Alegre anuncia vereador Claudio Janta como líder do governo
Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pode te interessar