Sexta-feira, 17 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 14 de abril de 2022
Item subiu 23,9% e foi o principal culpado pelo aumento de 1,33% na cesta básica da Abras, que passou de R$ 709,63 para R$ 719,63.
Foto: EBCO aumento do preço dos produtos no supermercado superou o da inflação oficial, registrada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), em fevereiro, que cresceu 1,01% em relação ao mês anterior. No mesmo período, os itens da cesta básica tiveram uma alta de 1,33%, segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados).
A cesta básica, composta de alimentos, bebidas, produtos de limpeza, higiene e beleza, passou de R$ 709,63, em janeiro, para R$ 719,63, em fevereiro.
A batata disparou 23,49% e puxou as altas dos preços no mercado. Ela foi seguida pelo feijão (4,77%), cebola (3,26%), ovo (2,79%) e farinha de trigo (2,76%).
Por outro lado, a queda do preço do pernil (-3,01%), do frango congelado (-2,29%), do queijo prato (-0,15%), do sabão em pó (-0,14%), do leite em pó integral (-0,05%) e do refrigerante (-0,05%) ajudou a segurar as altas.
O Sudeste foi o local com maior aumento do valor da cesta básica (1,58%). Por lá, ela passou de R$ 689,11 para R$ 700 em um mês.
A menor variação foi no Norte (1,15%). Contudo, a região tem entre todas o maior preço médio, R$ 792,43. No Centro-Oeste a alta foi de 1,57%; no Sul, de 1,21%; e no Nordeste, de 1,18%.
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Para puxar inflação (reajustes) vale batata, óleo soja, frango, sêca, arroz, chuvas, carne, frango, feijão, aluguel, etc, etc, para aumentar salários ou reajustes de aposentadorias não há índice, nem ajustes dignos…