Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 5 de julho de 2022
Na conjunto de países do grupo G20, taxa anual atingiu 8,8% em maio, contra 11,7% no Brasil
Foto: Marcos Santos/USP ImagensNovo relatório divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que a inflação do Brasil segue entre as maiores do mundo e bem acima da média das grandes economias do mundo.
No G20 – grupo dos países mais ricos –, o Brasil está atrás só da Turquia, Argentina e Rússia. Na média dos países do G20, a inflação em 12 meses atingiu 8,8% em maio, contra 8,5% em abril. No grupo dos países do G7, a taxa avançou para 7,5%, ante 7,1% no mês anterior.
No Brasil, a inflação no acumulado em 12 meses desacelerou em maio, mas ainda atingiu 11,7%. No conjunto dos 38 países que fazem parte da OCDE, a inflação ao consumidor chegou a 9,6% em maio, atingindo o maior patamar desde agosto de 1988.
“A inflação ano a ano aumentou em todos os países, exceto na Colômbia, Japão, Luxemburgo e Holanda”, destacou o relatório divulgado nesta terça-feira (05). Embora a inflação tenha se tornado um fenômeno global em razão da disparada dos preços dos combustíveis, energia e alimentos, taxas de dois dígitos ainda são exceções entre as maiores economias do mundo.
No G20, além do Brasil, apenas Turquia (73,5%), Argentina (60,7%) e Rússia possuem taxas acima de 10% ao ano. Embora não seja citada no relatório da OCDE, a Rússia registrou inflação de 17,1% em maio, segundo divulgou o serviço federal de estatísticas do país.
Já entre os países que integram a OCDE, são 10 com taxas de dois dígitos no ano, com as maiores inflações sendo registradas na Turquia, Estônia (20%), Lituânia (18,9%) e Letônia (16,9%). Além destes países, apenas outros 3 integrantes da organização possuem taxas acima da brasileira: República Tcheca (16%), Polônia (13,9%) e Eslováquia (12,6%).
BC admite estouro da meta de inflação pelo 2º ano seguido
O Banco Central do Brasil admitiu oficialmente que a meta de inflação será descumprida em 2022 pelo segundo ano seguido. Para tentar cumprir a meta do próximo ano, o BC elevou em junho a taxa básica de juros para 13,25% ao ano, o maior patamar desde 2016. A instituição também indicou que a Selic ficará alta por um período maior de tempo.
Já para 2023, a meta foi fixada em 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. O Banco Central estimou em seu último relatório de inflação um IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 8,8% para 2022; de 4% para 2023 e de 2,7% para 2024.
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A inflação é mais de 50% de onde eles tiram esses números?? Água, Luz, combustível, alimentos e vestuário!! Ninguém vê isso??
Teve países que teve até toque de recolher , Paraguai por exemplo foi um , EUA também teve algumas cidades . O nome da inflação começa com J e termina com R.
“Fiquem em casa que a economia a gente vê depois…” afirmaram prefeitos e governadores insanos e ditadores amparados pelo STF na pandemia, enquanto eram sustentados em seus palácios pelo cidadão que foi impedido de trabalhar dignamente.
A conta chegou!
Maior produtor de alimentos do mundo, com os preços mais altos. Preços em EUROS e salários em REAL DESVALORIZADO e esse governo de quinta categoria, nada faz pelo povo. Vamos varrer esses sujeitos nas eleições de outubro…
Jovem Pan. Os pingos nos is. A notícia verdadeira
Bom um barco sem ninguém no leme da nisso .