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Política Presidente da Justiça Eleitoral sinaliza a militares acatar mudanças em teste de integridade das urnas

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O objetivo é testar se a urna processa corretamente o voto, comparando a soma dos votos na cédula com o boletim de urna.

Foto: Reprodução
O presidente do Partido Liberal pediu a anulação de 470 mil urnas eletrônicas do 2º turno da eleição presidencial. (Foto: Reprodução)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, e o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, debateram nesta terça-feira (23) a possibilidade de a Justiça Eleitoral acatar as sugestões dos militares referentes a mudanças no chamado teste de integridade das urnas eletrônicas, de acordo com fontes militares.

O objetivo é testar se a urna processa corretamente o voto, comparando a soma dos votos na cédula com o boletim de urna. Os militares defendem que a urna seja testada na própria seção eleitoral (hoje ela é levada aos TREs) e um eleitor use a biometria para liberar a urna eletrônica (hoje um servidor da Justiça Eleitoral libera a urna para digitação).

Outras duas sugestões que os militares vinham defendendo – o teste público de segurança e a ampliação de observadores – foram descartadas pelos próprios, segundo fontes ligadas ao ministro da Defesa. A avaliação dos militares é de que o próprio TSE já cuidou de avançar com elas.

O teste público de segurança, por exemplo, vem sendo capitaneado por universidades públicas e já há um rol considerável de observadores nacionais e internacionais para as eleições deste ano.

Neste sentido, para os militares, restou avançar sobre o teste de integridade das urnas eletrônicas, e o assunto teria sido central na conversa entre Moraes e Paulo Sergio na tarde desta terça-feira. O encontro teve, portanto, um resultado prático para além do simbolismo político de distensionar a relação entre militares e a Justiça Eleitoral que ficou inviabilizada nas gestões de Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, antecessores de Moraes.

O próximo passo agora é que seja agendada uma reunião entre as áreas técnicas da Defesa e do TSE para verificar o que é possível ser feito em relação ao teste de integridade.

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Austregésilo Silva
24 de agosto de 2022 03:13

Desde a chegada da “república dos aratacas” ao governo (1985) até o fim dos petralhas, foi só roubalheira . O que as FFAA querem é não ter que tomar a “última medida”, o que seria ruim para o país…SMJ

Lucas Freitas
24 de agosto de 2022 13:07

Frases que me fazem desconfiar dessa urna sagrada:

“Eleição não se vence, se toma”. Alegando brincar com um amigo, o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral – tá gravado, mas as agencias de checagem classificam como fakenews. Não confiem em agencia de checagem, elas mentem tambem

“Não sei se seria eleito presidente sem o voto eletrônico”, diz Lula

isso são fatos.

Marco Antonio Cervi
24 de agosto de 2022 17:48

Tem gente com medo de um simples comprovante de voto,é muito estranho.

Tecladista Flc
24 de agosto de 2022 18:09

Só não podem ser captaneados por universidades, pois elas são todas de esquerda,

Austregésilo Silva
25 de agosto de 2022 01:42

No ano seguinte, iniciaram-se as campanhas das Diretas Já, que acabaram rejeitadas no Congresso Nacional. Entretanto, o governo Figueiredo permitiu a eleição presidencial indireta, que decretaria o fim do Regime Militar.

Os seis anos do seu mandato registraram crescimento de 13,93% do PIB (média de 2,34%), porém com redução de 0,17% da renda per capita[3]. Foi sucedido pelo Governo Sarney (1985 -1990) que entregou a inflação a 1972,91%.[5]

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