Domingo, 02 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 12 de maio de 2023
Ministro reuniu-se com a secretária Janet Yellen
Foto: José Cruz/Agência BrasilEm encontro com a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou as preocupações do Brasil com a crise econômica na Argentina. Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acredita que a solução para o país passa pelo FMI (Fundo Monetário Internacional).
“A Argentina é um país muito importante no mundo e particularmente na América do Sul. Se o Brasil e os Estados Unidos estiverem juntos nesse apoio, é possível pode facilitar muito as coisas”, disse Haddad, em conversa com jornalistas.
“O presidente Lula virá na próxima semana com a mesma preocupação, eu estou antecipando aquilo que ele próprio, de viva-voz, vai trazer sobre Argentina”, acrescentou Haddad. Segundo o ministro, a secretária Janet se comprometeu a analisar as considerações do Brasil sobre o apoio ao país sul-americano.
Os dois tiveram uma reunião bilateral, na quinta-feira (11), no Japão, onde participam da reunião de ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G7, grupo das sete maiores economias do mundo, formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá. Haddad participa do evento como convidado, assim como representantes de outros países emergentes como Indonésia e Índia.
A convite do primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também irá ao Japão participar do segmento de engajamento externo da Cúpula do G7, em Hiroshima, nos dias 20 e 21 de maio. Na ocasião, acontecem as reuniões de alto nível do grupo, com a participação dos presidentes dos países.
No último dia 2 de maio, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, esteve em Brasília para conversar com Lula. Na ocasião, o brasileiro prometeu articular junto ao Brics (bloco econômico integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e ao FMI para socorrer o país vizinho. Segundo Lula, é preciso fazer com que o FMI “tire a faca do pescoço da Argentina”.
Maiores parceiros comerciais do Brasil na América do Sul, os argentinos enfrentam uma nova crise na economia, com desvalorização do peso – a moeda local –, perda do poder de compra e altos índices inflacionários. Em março, a inflação no país vizinho chegou a 104% ao ano. Uma seca histórica também está afetando as safras de grãos da Argentina, aprofundando a crise econômica e colocando em risco as metas acordadas pelo país com o FMI no pagamento das dívidas.
Relações comerciais
Ainda sobre o encontro com a secretária Janet Yellen, Haddad afirmou que ela deixou claro que os Estados Unidos não têm objeção aos acordos comerciais entre Brasil e China e à aproximação com o país asiático. “Eu manifestei nosso desejo de nos aproximarmos mais dos Estados Unidos”, disse. “E que devemos estar preocupados com mais integração das Américas”, acrescentou o ministro.
Pela manhã, no Japão, Haddad participou de um café da manhã com empresários, na Embaixada do Brasil em Tóquio. Sobre o encontro, destacou o interesse de empresas japonesas com filiais no Brasil sobre o ambiente de negócios para fortalecer investimentos, como a reforma tributária.
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Imagina as m que esse analfabeto funcional irá fazer ?
Os “Camaradas” pedindo apoio para o FMI resolver as coisas com os Hermanos! Quem diria!
Imagina se Guedes fizesse um terço do que este Sr., que nada entende de economia, como ele mesmo fala? O que diria o Con$orcio de midia falaria?
Ué…
Pede pra Cuba, Venezuela e Nicarágua. Afinal, são os paraísos socialistas….kkkkk
Até ajudaríamos los hermanos, desde que nos repassassem metade da seleção de futebol!!!
Mas o lulopetismo sempre falou mal e disse ser contra o FMI…
Os cumpanheros mudaram de idéia???
Chega ser ridículo esse cara nao cuida nem do Brasil, e querendo ciudar de outro país que tem presidente. Vai cuidar do teu país!!
Imaginem se fosse o Brasil na merd. O ministro da argentina iria falar aos EuA ajudar o Brasil?? KKK. Fazueli o amor venceu.kkk
Não sabe o que fazer com a própria casa e quer ajudar o vizinho.
Aí tem.