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Agro IBGE prevê safra recorde de 305,4 milhões de toneladas neste ano no Brasil

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O arroz, o milho e a soja, somados, representam 92% da estimativa da produção agrícola

Foto: Gilson Abreu/AEN-PR
O levantamento foi divulgado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). (Foto: Gilson Abreu/AEN-PR)

A estimativa de maio para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2023, divulgada nesta terça-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), prevê o recorde de 305,4 milhões de toneladas, 16,1% maior do que a safra de 2022 (263,2 milhões de toneladas) e 1,1% acima da estimativa de abril, com acréscimo de 3,27 milhões de toneladas.

A área a ser colhida é de 76,6 milhões de hectares, 4,6% maior do que a área colhida em 2022, com aumento de 3,4 milhões de hectares. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida cresceu 237.739 hectares (0,3%).

O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos desse grupo, somados, representam 92% da estimativa da produção e respondem por 87,2% da área a ser colhida. Frente a 2022, houve altas de 24% para a soja, de 2,9% para o algodão herbáceo (em caroço), de 11,5% para o milho, com aumentos de 9,7% no milho na primeira safra e de 12% no milho na segunda safra, e de 5,5% para o trigo, enquanto para o arroz em casca, houve decréscimo de 5,6%.

Na área a ser colhida, ocorreram acréscimos de 3,1% na área do milho, de 1,2% na do algodão herbáceo (em caroço), de 16,6% na do sorgo, de 5,2% na do trigo e de 6,1% na da soja. Por outro lado, houve quedas de 5,6% na área do arroz e de 2,5% na do feijão.

A estimativa de maio para a soja é de 148,2 milhões de toneladas, e para o milho, de 122,8 milhões de toneladas (27,9 milhões de toneladas de milho na primeira safra e 94,9 milhões de toneladas de milho na segunda). A produção de arroz foi estimada em 10,1 milhões de toneladas; a do trigo em 10,6 milhões de toneladas; a do algodão (em caroço), em 6,9 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 3,7 milhões de toneladas.

Ante 2022, a estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu nas cinco grandes regiões: Região Sul (26,9%), Centro-Oeste (15,8%), Sudeste (4,3%), Norte (13,5%) e Nordeste (3,3%). Quanto à variação mensal, apresentaram aumentos a Região Nordeste (0,5%), a Região Centro-Oeste (2,9%) e a Região Norte (1,5%). A Região Sudeste apresentou estabilidade (-0%), enquanto a Região Sul teve declínio (-1,5%).

Mato Grosso é o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,1%, seguido por Paraná (15,3%), Rio Grande do Sul (9,7%), Goiás (9,6%), Mato Grosso do Sul (8,6%) e Minas Gerais (5,9%), que, somados, representaram 80,2% do total. A distribuição por regiões é a seguinte: Centro-Oeste (49,6%), Sul (27,3%), Sudeste (9,5%), Nordeste (8,6%) e Norte (5,0%).

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Vanderlei Ochoa
13 de junho de 2023 13:48

AGRO PRODUZINDO para alimentar 1,5 bilhões de pessoas, mas no Brasil, milhões passam fome. Tem como entender? Tem. Quem manda é a “ELITE/ Poder econômico”. Povo pobre paga impostos para financiar safras para que os lati encham os bolsos de dindin e manter tudo como está…Muito bem. Esse é o Brasil da direita.

Fernando Krause
13 de junho de 2023 16:16

Não perguntei a tua opinião lulopetista.

Vanderlei Ochoa
13 de junho de 2023 15:21

Quem paga imposto é o trabalhador médio e pobre. Ricos e milionários pagam o mínimo. Injustiça social no Brasil.

Nilton G Veiga
13 de junho de 2023 14:27

E esses chupins, sanguessugas ainda criticam o agro. Hipócritas!!
Impeachment já!!

Fernando Krause
13 de junho de 2023 14:20

Os R$ BI que o agro produz em impostos sustenta o elefante branco chamado de Poder Público, inclusive os cumpanheros que se locupletam do suor do pagador de impostos.

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