Quarta-feira, 20 de maio de 2026

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Grêmio Grêmio elabora estratégias para a retomada do futebol feminino após enchentes no RS

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Direção gremista estuda alternativas para viabilizar um local seguro para realizar as partidas do restante do Brasileirão Feminino

Foto: Bárbara Assmann/Grêmio
Direção gremista estuda alternativas para viabilizar um local seguro para realizar as partidas do restante do Brasileirão Feminino (Foto: Bárbara Assmann/Grêmio)

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou na quarta-feira (15) a sua decisão sobre os jogos do Campeonato Brasileiro e demais competições masculinas em razão da catástrofe climática que atinge o Rio Grande do Sul. Para a modalidade feminina, no entanto, a entidade não anunciou alteração no calendário – exceto os jogos dos times gaúchos que estão suspensos até o dia 27 de maio.

Diferentemente da definição para a modalidade masculina, que terá duas rodadas suspensas, as partidas do Brasileirão Feminino A1 devem ser mantidas. “Tal deliberação abarca apenas a Série A em razão de já ter havido a manifestação formal da maioria dos seus integrantes”, comunica a nota oficial da CBF.

Dessa forma, o Tricolor já vem trabalhando na retomada gradual das atividades das atletas, além de elaborar estratégias para que o time minimize os impactos sofridos pelo desastre no Estado. “É uma situação muito delicada. Estamos buscando oferecer neste momento difícil um suporte para as atletas mais voltado à preparação física, técnica e principalmente emocional, pois viver esse ambiente diariamente tem um  impacto tremendo, alterando significativamente nossa rotina de trabalho”, declarou a supervisora de futebol feminino, Patrícia Gusmão.

As atividades das Gurias Gremistas acontecem no Complexo Esportivo da Ulbra, em Canoas, onde muitas residem nos alojamentos. O campus universitário, que fica em uma das cidades mais afetadas pelas enchentes, está servindo como abrigo provisório para mais de 6 mil pessoas. Devido à situação atípica, as estruturas e a logística do local precisaram passar por mudanças.

Apesar de terem acesso ao campo, as atletas têm se envolvido nas ações de voluntariado e não podem usar a academia, que está sendo utilizada para alocar desabrigados.

As tratativas com a CBF seguem ocorrendo. “Queremos garantir condições justas para voltar a competir no mesmo ritmo de quando tivemos que suspender nossas atividades. Não há como o grupo ficar alheio a tudo que está acontecendo em nosso Estado. Muitas atletas foram diretamente afetadas, inclusive. Ainda assim, estamos nos esforçando para orientá-las e dar o suporte dentro do que é possível para que mantenham certo ritmo e estejam preparadas para eventual retorno”, disse a diretora de futebol feminino, Marianita Nascimento.

A direção também estuda a possibilidade de alternativas para viabilizar um local seguro para realizar as partidas do restante da competição.

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