Quinta-feira, 09 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 19 de maio de 2024
Escolha de Pimenta para coordenar as ações federais no Rio Grande do Sul foi alvo de críticas porque o ministro é cotado para ser candidato a governador em 2026. (
Foto: Ricardo Stuckert/PRO ministro Paulo Pimenta, designado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para coordenar as ações do governo federal no Rio Grande do Sul, expôs divergências com o governador do Estado, Eduardo Leite, neste domingo (19). Pimenta, que é ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), também afirmou que mais discordâncias aparecerão ao longo da resposta às enchentes.
Lula foi alvo de críticas por escolher Pimenta para o cargo porque o ministro é cotado para ser candidato a governador em 2026 e é de grupo político adversário ao de Eduardo Leite. De acordo com críticos, a situação pode causar uma disputa eleitoral prematura em um momento de desastre.
Neste domingo, Pimenta se colocou contra o projeto do governo estadual de criar cidades temporárias para receber pessoas desabrigadas pelas enchentes.
“Surgiu agora o debate das tais cidades transitórias. A ideia seria quatro grandes cidades transitórias, com possibilidade de cada uma delas ter até 7.500 pessoas, isso é maior do que a grande maioria das grandes cidades do Brasil. Seriam onde a transição ocorreria”, afirmou o ministro. “Temos outra concepção sobre isso, outra ideia sobre isso”, disse Pimenta.
Segundo ele, o desafio será oferecer opções de habitação de maneira ágil para os afetados. “Esse é o grande debate, como o poder público oferece dignidade e condição para que as pessoas façam uma transição adequada até chegar o momento de elas voltarem a ter uma casa. E aí tem visões diferentes, concepções distintas, que vão aflorar de forma muito intensa a partir dos próximos dias”, declarou Pimenta.
“O Leite falou ‘precisamos de um plano Marshall’. Eu tenho falado desde o início, chamo de plano RS. Plano de Recuperação Sustentável. Temos que incluir o tema socioambiental na discussão do projeto futuro tanto da recuperação da infraestrutura quanto da atividade econômica do Estado”, disse o ministro.
Pimenta também disse que o governo Lula “não fará o jogo da disputa pequena nesse momento”, e que as conversas com o governo do Rio Grande do Sul e com prefeitos bolsonaristas serão republicanas. “É evidente que na hora em que a gente senta para discutir as estratégias essas divergências aparecem”, ressalvou.
O ministro falou em live do Canal do Barão no YouTube, respondendo a perguntas de veículos de comunicação que apoiam o governo Lula. (Caio Spechoto /AE)
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ENviamos em impostos pra Brasília todos os anos cerca de 58 bilhões e nos devolvem 13 bilhões. Agora esse traste quer divergir da proposta do governador sem sugerir nenhuma alternativa, é isso mesmo? Só pra gerar holofotes. Que lástima…. Vamos fazer o seguinte, nos desvinculamos da federação por 36 meses e daí as coisas vão realmente acontecer. Não precisam mandar um pila sequer, cuidaremos de toda a reconstrução.
Idiota. Filosofia de buteco numa hora dessas?, só pra amebas e energumenos da tua espécie. Tu vives onde? ,na Lua?ou em Marte? Tens o cérebro distorcido por alguma religião ou és demente mesmo?
Do pouco conhecimento que temos a respeito da natureza, do nosso planeta, temos a certeza de uma coisa: A vida sempre acha um caminho. Não é o ser humano que vai acabar com a Terra, na história natural, nenhuma escapou de uma extinção em massa. Nenhuma evoluiu o suficiente. A espécie humana atual ser extinta pelas próprias mãos é só mais um sinal que não somos uma espécie evoluída o suficiente, e isso apenas abrirá caminho para a próxima espécie dominante. Resumindo, não se preocupem com a destruição da natureza pelas mãos de pessoas débeis, infelizmente elas são a maioria… Leia mais »
Tá na hora de os gaúchos mandarem o Pimenta pra garrafa com vinagre, ou pra pqpar…. Nunca fez nada pelo RS. igual ao Paim, só mamaram nas tetas do governo, e faz tempo.
Será que el não sabe o tamanho das cidades brasileiras ou só é enganador mesmo? Espalhador de fake news.
A ideia seria quatro grandes cidades transitórias, com possibilidade de cada uma delas ter até 7.500 pessoas, isso é maior do que a grande maioria das grandes cidades do Brasil. Seriam onde a transição ocorreria”, afirmou o ministro.
O João Souza parece uma égua no CIO