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Notícias Em 2016, impasse político permanece, mas destinos de Dilma, Temer e Cunha serão decididos

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(Foto: Dida Sampaio/AE)

Dois mil e dezesseis não será um ano tranquilo. Da agenda política, com um impeachment por resolver, à situação econômica com cenários nada alentadores, janeiro chega com o País em compasso de espera. As crises de 2015 migraram para este ano e terão impacto nas eleições municipais.

Os exércitos pró e contra a saída da presidenta Dilma Rousseff voltarão ao campo de batalha após sentir o clima de suas bases eleitorais. Na trincheira dos principais partidos de oposição a aposta ainda está na volta das mobilizações populares, que, acreditam eles, ganharão força. Já do lado do governo, haverá o reforço do discurso de que impeachment é golpe contra Dilma e uma aproximação ainda maior com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Os destinos de Dilma e de seu vice, Michel Temer, também dependem do Tribunal Superior Eleitoral, que analisará quatro processos que pedem a impugnação dos dois. A expectativa é de que a Corte julgue no fim de fevereiro uma das ações, proposta pelo PSDB logo depois das eleições. Segundo os tucanos, a vitória da dupla foi calcada em irregularidades.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), começará 2016 sob forte pressão política. No Supremo Tribunal Federal, logo em fevereiro será julgado o pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que Cunha seja afastado do cargo. O peemedebista também terá que enfrentar o julgamento de um processo por quebra de decoro no Conselho de Ética da Casa. (AG)

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