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Brasil Agência aprova declaração de escassez hídrica no rio Xingu, que pode afetar o setor elétrico

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Em comunicado, a ANA informou que os cenários hidrometeorológicos para este ano indicam a possibilidade de serem atingidos níveis ainda mais críticos.

Foto: Marcos Corrêa/PR
Em comunicado, a ANA informou que os cenários hidrometeorológicos para este ano indicam a possibilidade de serem atingidos níveis ainda mais críticos. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) declarou situação de escassez hídrica até 30 de novembro no rio Xingu, onde fica Belo Monte (a maior hidrelétrica totalmente brasileira), e no seu afluente federal, o rio Iriri. A decisão foi tomada pela diretoria da agência em reunião realizada nesta segunda-feira (30).

A estiagem vem preocupando o setor elétrico, tanto que na última sexta-feira (27), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a bandeira tarifária vermelha patamar 2 para o mês de outubro. Será o maior patamar de cobrança adicional na conta de luz desde abril de 2022, mês em que se encerrou a bandeira “escassez hídrica” e deu lugar à bandeira verde, conforme antecipou o jornal Estado de S.Paulo.

Em comunicado, a ANA informou que os cenários hidrometeorológicos para este ano indicam a possibilidade de serem atingidos níveis ainda mais críticos em outubro e novembro. O órgão regulador destacou, ainda, que a decisão foi aprovada “com o objetivo de aumentar a segurança hídrica da região e mitigar os impactos dos baixos níveis dos rios sobre os usos da água”.

Essa é a quarta vez que a agência emite declaração de escassez hídrica neste ano. Em meio à falta de chuvas, já houve a adoção de medida semelhante para os rios Paraguai, rio Madeira, Purus e seus afluentes, rio Acre e rio Laco, e no trecho baixo do rio Tapajós.

As declarações de escassez hídrica foram utilizadas pela primeira vez em 2021, em meio à crise hídrica, na Região Hidrográfica do Paraná. (AE)

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