Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 22 de outubro de 2024
A entidade está acompanhando com atenção o processo e tomando todas as providências.
Foto: Divulgação/CardiologiaA informação da demissão de médicos especialistas e o encerramento de importantes serviços no Instituto de Cardiologia, pertencente à Fundação Universitária de Cardiologia (IC-FUC), em Porto Alegre, tornada pública nesta terça-feira (22), impactou e mobiliza o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). A entidade está acompanhando com atenção o processo e tomando todas as providências para impedir que medidas drásticas sejam adotadas, sem a devida consideração dos médicos diretamente afetados.
“Recebemos com grande preocupação as recentes movimentações no Instituto de Cardiologia. Fomos informados das demissões e sobre a o acordo feito com o IPE-Saúde, para que este faça os repasses de pagamento, primeiro ao hospital para que só depois, os médicos recebam, contrariando acordos contratuais”, observa o presidente do Simers, Marcos Rovinski.
“Agimos sempre com a intenção de garantir o respeito ao trabalho e a segurança dos pacientes. Este é um serviço essencial, e o Simers vai atuar para que o sistema de saúde não seja fragilizado”, acrescenta.
Para o dirigente, esta atitude da instituição gera incertezas e ameaça a garantia de condições adequadas de trabalho para os médicos.
“Nosso objetivo é o de assegurar que as decisões tomadas não prejudiquem a continuidade dos serviços, nem coloquem em risco a assistência à população, que depende diretamente de um serviço de cardiologia robusto e presente”, salienta Rovinski.
O presidente Marcos Rovinski garante que o Simers não medirá esforços para garantir que o diálogo e a responsabilidade prevaleçam.
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