Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 1 de março de 2025
A ordem de início do programa foi assinada há um mês, em Bento Gonçalves
Foto: Felipe Fontoura/SedurO Programa de Desassoreamento do Rio Grande do Sul (Desassorear RS), coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedur), retirou 90 mil metros cúbicos de sedimentos de pequenos rios, arroios, canais de drenagem e sistemas pluviais do Estado.
A ordem de início do programa foi assinada há um mês, em Bento Gonçalves. No município, o maquinário está atuando no distrito de Faria Lemos, onde o trabalho de desassoreamento no arroio Pedrinho está em fase de conclusão. No momento, as pás carregadeiras e caminhões caçamba estão auxiliando na retirada e transporte do material sedimentar extraído do arroio.
O Desassorear RS também já está com ações em curso nos municípios de Arvorezinha, Imigrante, Anta Gorda, Arroio do Meio, Guaíba, Cotiporã, Dr. Ricardo, Igrejinha, Nova Alvorada, Santa Maria, Santa Tereza e Vila Maria.
No total, 154 cidades gaúchas foram contempladas na primeira fase do programa (Eixo 1), que se concentra em recursos hídricos de pequeno porte, como rios menores, arroios e canais de drenagem.
Em Arvorezinha, o maquinário está atuando no bairro Cerâmica, que sofreu com alagamentos nas últimas cheias.
O programa Desassorear RS tem como base dois eixos de atuação: o Eixo 1, sob responsabilidade da Sedur, é voltado para recursos hídricos de pequeno porte, como rios menores, arroios e canais de drenagem; o Eixo 2, que será implementado em etapa posterior, contempla rios maiores, de médio e grande porte.
As ações do programa incluem a criação de normativas-modelo, capacitação de técnicos municipais e alocação de recursos financeiros para a contratação do maquinário necessário para o desassoreamento. Por meio de chamamento, será possível contratar horas-máquina, com execução direta pelo Estado, conforme manifestação de interesse dos municípios.
A iniciativa integra o Plano Rio Grande, o programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática do Estado lançado em 2024, que visa planejar, coordenar e executar ações para enfrentar as consequências sociais, econômicas e ambientais da enchente histórica. O Desassorear RS tem investimento de mais de R$ 300 milhões do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs).
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Não posso acreditar !!!! Seria passar atestado de BURRICE histórica. Quero ver o desassoreamento do Guaíba. Parece que estão esperando nova chuvarada, pra depois ter certeza de que devem dragar o rio e retirar aquela nova ILHA. Se nãp retirarem essa ilha, logo, logo vai ter barracos de moradores
E….os Sedimentos , foram deixados na Margem……Até a proxima Enchente….
pedro osório e cerrito sofrem muito com as encrentes pois não tem o rio piratini dragado há no minimo uns 25 anos
pedimos uma providencia do governo do estado para ajudar a esse povo que sofre e perde muito com as enchentes