Sábado, 06 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 1 de abril de 2025
Projeto diz que Brasil pode definir taxação adicional em resposta a medidas de outros países contra produtos brasileiros.
Foto: Marcos Oliveira/Agência SenadoO governo Trump conseguiu o que, até pouco tempo atrás, parecia impossível: uniu a esquerda, a direita, o governo Lula e a senadora bolsonarista Tereza Cristina (PP-MS) para aprovar um projeto de lei que permite ao Brasil retaliar comercialmente os Estados Unidos em resposta ao tarifaço prometido por ele para esta quarta-feira (2).
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (1º), um projeto que cria mecanismos e autoriza o governo a retaliar países ou blocos que imponham barreiras comerciais a produtos brasileiros.
O texto prevê que o governo federal poderá agir para combater decisões unilaterais estrangeiras que:
– violem e prejudiquem acordos comerciais do Brasil;
– ameacem ou apliquem sobretaxas; ou
– estabeleçam critérios ambientais para produtos brasileiros mais rígidos do que os aplicados a produtos similares nos países importadores.
A proposta, que conta com o apoio do governo e da bancada do agronegócio, busca responder a dois fatores externos que vêm impactando a balança comercial brasileira:
– as medidas da União Europeia contra a agropecuária brasileira – incluindo a resistência em assinar o acordo com o Mercosul – por suposta falta de compromisso ambiental;
– os sucessivos anúncios do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a aplicação de sobretaxas a produtos estrangeiros.
“Essa não é uma lei voltada apenas para os EUA; ela abrange todos os mercados que mantêm relações comerciais com o Brasil. Não se trata de retaliação, mas de proteção para quando os produtos brasileiros forem alvo de sanções”, afirmou a relatora do texto, senadora Tereza Cristina (PP-MS).
Reciprocidade
Em discursos recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem defendido que o Brasil adote o princípio da reciprocidade nesses casos – ou seja, responda na mesma medida às sanções impostas.
Atualmente, no entanto, o Brasil não aplica tarifas específicas contra determinados países. As regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) estabelecem o princípio da “nação mais favorecida” entre seus membros, o que impede a imposição de tarifas diferenciadas entre os participantes da organização.
O projeto agora segue para análise da Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação no plenário do Senado.
“Mais uma vez, quero dizer que conversaremos com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta, para que a Casa aprecie essa matéria em caráter de urgência. É muito importante que a senadora Tereza Cristina faça o mesmo para que possamos garantir uma rápida tramitação na Câmara”, afirmou o presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), após a votação.
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O Brasil todo vai ser atingido cego..Sai fora de uma vez dessa tua ideologia podre adestrada.
Direita está interessada porque vai ser atingida, senão não estariam nem aí.
Kkkkk. Agora…… acredito que é tarde demais.
As Vandecas coitadas, não vão a supermercado
Sempre estiveram unidas…só os jumentos e os gados acham q existe algo de diferente. Por isso sempre escrevo, não sejam idiotas em terem políticos de estimação, não sejam imbecís. Aqui nos comentários, os exemplos de burros e ignorantes são os Vanderleis, o Ochoa e o Stefani, ambos PUTINHAS DE LADRÃO CACHACEIRO CORRUPTO.
Luladrão reagindo a Trump ? Te enxerga, pinguço corno….é um coitado, a economia brasileira é pífia perto dos Estados Unidos, só prá comparar … a bolsa brasileira é 2 % do volume de dinheiro que circula na bolsa americana
https://br.investing.com/…/avaliacao-de-lula-piora-e… …… ahaha, enquanto o Luladrão tá viajando por aí, a kenga foi a Paris, sózinha, se encontrar com o Macron