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Política Prisão de Collor ocorre 33 anos após o impeachment do ex-presidente

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Collor foi o primeiro presidente eleito por voto direto após o fim da ditadura

Foto: Agência Brasil
Collor transformou as diretorias de Operações e de Postos de Serviço da BR num belíssimo balcão de negócios. (Foto: EBC)

O ex-presidente Fernando Collor de Mello foi preso na madrugada desta sexta-feira (25), em Maceió (AL), após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decretar a prisão imediata do ex-senador.

Collor foi condenado por envolvimento em um caso de corrupção ligado à BR Distribuidora, investigado pela Operação Lava-Jato.

Em 1992, o primeiro presidente eleito por voto direto após o fim da ditadura militar foi também o primeiro a sofrer impeachment desde a redemocratização do País.

Relembre o impeachment 

Em 1992, Pedro Collor, irmão do então presidente, denunciou, em entrevista à revista Veja, um esquema de tráfico de influência e irregularidades financeiras liderado por Paulo César Siqueira Cavalcante Farias, o PC Farias, ex-tesoureiro da campanha de Collor.

O Congresso Nacional, então, instalou uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o esquema do “testa de ferro” de Collor. Pedro depôs à CPI.

Aos parlamentares, Eriberto França, então motorista de Collor, indicou que PC Farias era responsável por realizar depósitos para a secretária do presidente, Ana Acioli. Mais tarde, ele declarou que era o ex-tesoureiro quem pagava as contas da Casa da Dinda, a residência de Collor em Brasília.

Em meio à CPI, veio à tona a compra de um Fiat Elba Weekend 1991 em nome do então presidente. O veículo teria sido adquirido com dinheiro desviado.

As ruas do País foram tomadas por estudantes vestidos de preto e com os rostos pintados. O movimento ficou conhecido como “caras-pintadas”.

O descobrimento do Fiat Elba e a pressão popular moveram o Ministério Público a denunciar Collor e o Congresso a abrir o processo de impeachment contra o então presidente.

Collor foi afastado do cargo em outubro de 1992 e, em dezembro, renunciou, buscando evitar o processo de impeachment e preservar seus direitos políticos.

A tentativa foi frustrada e, no dia seguinte à renúncia, o impeachment foi aprovado, e Collor foi condenado à perda do mandato e à inelegibilidade por oito anos. O vice-presidente Itamar Franco assumiu o comando do governo.

Em 1994, o político foi absolvido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) da acusação de corrupção passiva. Em 2014, Collor foi absolvido da acusação de desvio de recursos públicos por falta de evidências. Por 5 votos a 3, o plenário da Corte concluiu que não havia prova suficiente do envolvimento do ex-presidente com o esquema de arrecadação ilegal de dinheiro comandado por PC Farias.

Em 2014, Collor foi absolvido pelo STF da acusação de desvio de recursos públicos por falta de evidências.

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Vanderlei Stefani
25 de abril de 2025 19:33

Leva as provas pro juiz ladrão colocar na SENTENÇA

Edson Arcanjo
25 de abril de 2025 16:27

LEU ?????

LAVA JATO
CASO DE CORRUPÇÃO ENVOLVENDO BR DISTRIBUIDORA..

E O LADRÃO COM A OAS?
TRIPLEX, SÍTIO
ALUGUEL SALA COFRE NO BANCO DO BRASIL PRA ESCONDER OBJETOS ROUBADOS DO PLANALTO…

ODEBRECHT…

Vanderlei Stefani
25 de abril de 2025 12:46

A prisão de Collor é um recado direto da Justiça para Bolsonaro

Carlos Alberto Pugliese
25 de abril de 2025 14:37

O Collor é pão duro … porque não pagou propina ao STF pro processo dele ser arquivado ? É só ver o caso Zé Dirceu, Luladrão, Palocci, Cabral, Genoíno etc que pagar propina e estão soltos

Edson Arcanjo
25 de abril de 2025 16:23

LAVA JATO ??
então, voltem todos pra cadeia…
A começar pelo chefe ladrão, lula da Silva, falta terminar a pena…FICAR COM A FICHA SUJA E INELEGÍVEL..

Vanderlei Stefani
25 de abril de 2025 19:32

O bandido de estimação da extrema direita foi preso 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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