Quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 6 de junho de 2025
De acordo com o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), os danos foram registrados na Polícia Civil.
Foto: DMLU/DivulgaçãoDesde a instalação dos novos contêineres destinados à coleta seletiva em Porto Alegre, no dia 12 de março, 28 unidades foram incendiadas, segundo a prefeitura. O caso mais recente ocorreu na madrugada desta sexta-feira (6), na Rua da República, no bairro Cidade Baixa.
Os contêineres, feitos de polietileno de alta densidade (PEAD), fazem parte do projeto-piloto de modernização da coleta seletiva na cidade. No total, a nova etapa prevê a instalação de 450 equipamentos. Cada unidade custa cerca de R$ 12,8 mil, mas o valor sobe para aproximadamente R$ 20 mil quando se consideram os custos com limpeza e substituição, o que já soma um prejuízo estimado em R$ 560 mil.
De acordo com o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), os danos foram registrados na Polícia Civil. A prioridade, segundo o órgão, é manter a operação regular para que a implantação do novo sistema não sofra atrasos.
“O DMLU está investindo mais de R$ 84,5 milhões neste contrato para melhorar a coleta de resíduos, mas o sucesso também depende da participação ativa da população”, afirma o diretor-geral do departamento, Carlos Alberto Hundertmarker. Ele destaca ainda que os atos de vandalismo impactam diretamente o serviço e os cofres públicos, já que envolvem a retirada de materiais e a limpeza das áreas atingidas.
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Só matando.
A quantidade de desocupados perambulando pelas ruas de Porto Alegre é incrível. As autoridades fazem vista grossa, é que tratar disso não dá voto, entendem?