Segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia “Se o valor do petróleo continuar caindo, preços da gasolina e diesel podem diminuir mais”, diz o ministro de Minas e Energia

Compartilhe esta notícia:

Para a gasolina, haverá uma elevação de R$ 0,10 por litro. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Se o preço do barril de petróleo continuar em queda no mercado internacional, o preço da gasolina e do diesel pode cair mais nas próximas semanas, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, nessa segunda-feira (7) na Cúpula de Líderes do Brics, no Rio de Janeiro.

“Com a queda do Brent, se manter como está hoje, há uma real possibilidade de, nas próximas semanas, a gente ter mais redução no preço da gasolina e do diesel. Nós estávamos muito apreensivos, naturalmente, com essa guerra entre Israel e Irã”, afirmou ele.

O ministro não comentou a ameaça feita pelo presidente Donald Trump de taxar em mais 10% países alinhados ao Brics, como o republicano declarou também nessa segunda-feira por meio de sua rede social TruthSocial.

Patamar atual

Silveira comentou a afirmação feita pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, no último sábado, sobre a companhia estar avaliando vender o polo de produção Bahia Terra, na bacia do Recôncavo Baiano. Ela explicou que se trata de um ativo que faz sentido manter quando o petróleo tem cotação de US$ 100 por barril. Portanto, no patamar atual, de aproximadamente US$ 60/barril, não seria rentável.

“É uma companhia de capital aberto. Portanto, o governo tem naturalmente uma grande inserção ou poder de decisão no conselho da Petrobras, mas ela não intervém naquilo que a sua diretoria executiva propõe.”

Ele explicou que deve ser ainda uma posição inicial e que, quando chegar ao conselho da estatal, o governo avaliará se, por parte do controlador, essa é uma decisão acertada ou não.

Silveira destacou que nada está descartado em relação a Petrobras, mas indiretamente criticou a possibilidade de venda do ativo, que já chegou a ser iniciada, mas o processo acabou sendo suspenso. O ministro disse que a privatização da Refinaria de Mataripe (Rlam) pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro “fez muito mal ao povo da Bahia e ao povo de Sergipe”:

“O combustível ali está mais caro que no resto do Brasil, o que quer dizer que segurança de suprimento muitas vezes deve ser feita por uma empresa nacional.”

A Refinaria de Mataripe foi comprada pelo Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi, em 2021, passando a ser operada como Acelen. As informações são do jornal O Globo.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Inter volta aos treinos mirando reação no Campeonato Brasileiro
Rala Bela apresenta coleção Verão 2026 em convenção marcada por uma experiência imersiva
Pode te interessar