Quinta-feira, 01 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 10 de julho de 2025
Soja deve ter produção de 169,5 milhões de toneladas, avanço de 14,7%
Foto: Wenderson Araujo/TriluxO clima favorável, a ampliação da área plantada, maior investimento tecnológico e estímulo por políticas públicas devem levar o Brasil a uma safra recorde de grãos. A avaliação é da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), no 10º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (10), em Brasília.
A produção brasileira para a safra é estimada em 339,6 milhões de toneladas, um volume que representa aumento de 14,2% em relação à colheita do ciclo anterior. A área cultivada no país totaliza 81,8 milhões de hectares, crescimento de 2,3% na comparação anual.
E, segundo a Conab, embora o plantio das culturas de inverno – como trigo e aveia – tenha sido prejudicado por excesso de chuvas na Região Sul, os demais cultivos avançam satisfatoriamente nas diversas etapas do ciclo.
Com produtividade média recorde, a soja deve alcançar produção de 169,5 milhões de toneladas, avanço de 14,7% em relação à safra passada. O milho, somando as três safras, tem produção prevista de 132 milhões de toneladas, um crescimento de 14,3%.
Para o algodão, a produção prevista é de 3,9 milhões de toneladas de pluma. O crescimento de 6,4% na produção reflete o aumento de 7,2% na área cultivada. O arroz, com colheita encerrada, apresenta recuperação e deve alcançar 12,3 milhões de toneladas, alta de 16,5%. O aumento na área semeada e o bom desempenho climático, sobretudo no Rio Grande do Sul, explicam o resultado, informou a Conab.
No caso do feijão, a produção total estimada é de 3,15 milhões de toneladas, 1,3% inferior ao ciclo anterior, “mas com bom desempenho na primeira safra”, que cresceu 12,8%.
Comércio
Segundo a Conab, a recente elevação da mistura obrigatória de biodiesel no diesel impulsiona o mercado de soja ao aumentar a demanda por esmagamento.
A expectativa é de processamento adicional de cerca de 935 mil toneladas do grão, o que eleva a produção de óleo para 11,37 milhões de toneladas e a de farelo para 43,78 milhões de toneladas, com consequente alta no consumo interno e nos estoques desses derivados. Para a soja em grão, as exportações seguem praticamente inalteradas, com previsão de 106,22 milhões de toneladas.
No milho, o forte crescimento da demanda doméstica, principalmente para a produção de etanol, deve absorver parte do aumento na oferta, estimada em 132 milhões de toneladas.
A previsão é de que 90 milhões de toneladas sejam consumidas internamente, enquanto as exportações podem cair levemente, em meio a uma maior competitividade internacional. Com isso, os estoques finais devem crescer de forma expressiva.
Para o arroz, a recomposição da produção nacional, aliada à perspectiva de queda nos preços internos, deve estimular a retomada das exportações. As importações permanecem estáveis e os estoques finais tendem a aumentar.
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De onde vc tirou essa besteira?
Não fosse o agro, mesmo com os empecilhos desse desgoverno, o Brasil já teria sucumbido!!
E vamos exportar o excedente para China, Rússia, menos pra os podres do EUA.
ENTRA ANO E SAI ANO, E SAFRA DE GRÃOS BATENDO RECORD ATRÁS DE RECORD, MAS SE DER UNS DIAS DE CHUVA OU UNS DIAS DE SOL, OS PRODUTORES COMEÇAM A CHORAR, E SEMPRE VAI TER UM DEPUTADO OU SENADOR, CRIANDO UMA MEDIDA PARA O GOVERNO PERDOAR ALGUMA DAS DÍVIDAS DELES
Graças ao maior plano Safra da história
Não podemos esquecer que o AGRO é diretamente ligado à miséria do povo brasileiro. Foi o AGRO o responsável pela escravidão de 5 milhões de Africanos durante 353 anos. Depois da “libertação ” dos escravos, o AGRO jogou os ” libertados” no olho da rua, só com a roupa do corpo. Favelas começaram a se formar e o círculo vicioso continua até hoje, um abismo social se.m precedentes. Além do mais, o AGRO destruiu as florestas, polui a terra, o ar , os rios e é responsável pelo assoreamento dos rios e lagos do país por ter destruído florestas e… Leia mais »