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Política Supremo Tribunal Federal se prepara para novo julgamento histórico

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Corte se prepara para julgar Jair Bolsonaro. Decisão entrará para história do STF, que já julgou Lula e Fernando Collor, em processos que impactaram o cenário político

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Medida do então ministro foi proferida na última sexta (17). (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O STF (Supremo Tribunal Federal) se prepara para mais um julgamento histórico, com oito pessoas no banco dos réus, incluindo Jair Bolsonaro (PL), que se torna o terceiro ex-presidente a ser julgado pela Corte. Os julgamentos anteriores, envolvendo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Collor (Agir), foram marcos significativos nos cenários político e judiciário do país.

O STF, como instância máxima da Justiça brasileira, tem sido responsável por processar e julgar diversas autoridades ao longo das últimas décadas. Um dos casos mais notáveis ocorreu em dezembro de 1994, quando Fernando Collor foi absolvido da acusação de corrupção passiva. No entanto, anos depois, Collor foi condenado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relacionados a contratos da então chamada BR Distribuidora.

O caso do Mensalão e suas consequências

O julgamento do Mensalão se destacou como o mais emblemático e extenso da história do STF, estendendo-se por mais de sete anos, com 53 sessões de julgamento. Dos 38 réus, 24 foram condenados, embora em 2021 nenhum permanecesse preso. Este caso provocou mudanças significativas na organização dos julgamentos do Supremo, levando à primeira alteração no sistema de distribuição de processos criminais.

Mudanças no regimento e casos recentes

Ao longo dos anos, o STF passou por diversas alterações em seu regimento interno quanto à competência para julgar ações penais. A mais recente mudança ocorreu no final de 2023, proposta pelo ministro Luiz Roberto Barroso, visando racionalizar a distribuição dos processos criminais e reduzir a sobrecarga do plenário.

Agora, caberá à primeira turma do STF, composta por Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino, julgar a ação penal da suposta trama golpista. A decisão deste colegiado determinará se Bolsonaro e os demais réus serão condenados ou absolvidos, em mais um capítulo significativo na história do Supremo Tribunal Federal.

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Miltch Mitch
31 de agosto de 2025 13:27

Julgamento histórico??? O jornaleiro tem quantos anos?
Histórico e quando tu prende CANALHAS CONFESSOS QUE ROUBARAM BILHÕES DO BRASIL.

Esta palhaçada e sim trágica para reputação do país, basta ver que nações como ITALIA, ESPANHA e ESTADOS UNIDOS não atendem as solicitações de extradição, pois não enxergam crime.

Agora, trágico e tu e tua família ficarem para sempre presos no Brasil, sem possibilidade nenhuma de utilizar meios financeiros, comunicação ou qualquer coisa que envolva os Estados Unidos, que hoje é praticamente tudo

Fernando Krause
31 de agosto de 2025 14:02

“Julgamento histórico” foi a condenação de BANDIDOS e CRIMINOSOS em instâncias inferiores que roubaram os cofres públicos!
TODOS politicamente “descondenados” para “voltar à cena do crime”, como disse um tal de Geraldo…
Esse é o Brasil de Brasília!

João Fernando Zacher
1 de setembro de 2025 00:40

Não é histórico. É histérico. todo feito por uma só pessoa. Investigação, coleta de provas, prisão, julgamento… tudo por um doente e prepotente.
O julgamento mais vergonhoso da história. Prender e condenar alguem por deduções. Alguem que já havia entragado o governo, estava longe do Brasil. Tudo para agradar um presidiário ladrão que não tem capacidade administrativa e quer denegrir a imagem de quem fez um governo dez vezes melhor que o dele. Sem roubos, desvios, maracutaias…

Celso Casarin
1 de setembro de 2025 08:45

Julgamento…?

Vanderlei Ochoa
1 de setembro de 2025 10:28

E saber que esse marginal queria dar um golpe de estado para voltar a torturar e matar opositores sem justo julgamento. Agora vai pegar uma cana. E não podemos nos esquecer , que na ditadura não existe julgamento. O réu é torturado e morto. Esse Jair MESSIAS até que está indo muito longe. Já deveria ter sido preso quando deu uma de terrorista na época que era militar. Mas o sistema o liberou, com salário integral. Que vergonha esse país.

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