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Saúde Insônia crônica: saiba como lidar com ela

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Especialistas destacam que tratar eventuais causas associadas, como ansiedade, depressão ou apneia do sono, é fundamental para o sucesso do processo.

Foto: Reprodução
Especialistas destacam que tratar eventuais causas associadas, como ansiedade, depressão ou apneia do sono, é fundamental para o sucesso do processo.(Foto: Reprodução)

A insônia crônica é um distúrbio do sono que atinge milhões de pessoas no mundo e vai muito além de uma noite mal dormida. De acordo com especialistas, ela se caracteriza pela dificuldade de iniciar o sono, permanecer dormindo ou acordar muito cedo sem conseguir voltar a dormir. O quadro é considerado crônico quando ocorre pelo menos três vezes por semana, por um período superior a três meses.

Os impactos vão desde cansaço persistente e irritabilidade até dificuldades de memória e queda no desempenho profissional. Pesquisas apontam ainda que a insônia prolongada está associada a um risco maior de hipertensão, doenças cardiovasculares, transtornos metabólicos, depressão e enfraquecimento do sistema imunológico.

Entre os fatores que contribuem para o problema estão o estresse constante, a ansiedade e os transtornos de humor. Condições físicas como dor crônica ou distúrbios respiratórios também podem estar relacionadas, assim como hábitos inadequados, a exemplo do consumo frequente de cafeína à noite, uso excessivo de telas antes de dormir e ambientes pouco favoráveis ao repouso. Alguns medicamentos e substâncias estimulantes também figuram entre os possíveis desencadeadores.

O diagnóstico deve ser feito por um especialista, mas existem sinais que podem indicar a necessidade de avaliação. Dificuldade frequente para adormecer, despertares noturnos, sono não reparador e cansaço ao longo do dia são alguns deles. Quando persistem por meses, essas queixas interferem na rotina e na saúde, tornando necessária a investigação médica.

O tratamento inclui diferentes abordagens. A chamada “higiene do sono” é considerada essencial: manter horários regulares para dormir e acordar, evitar a exposição a telas antes de deitar, reduzir o consumo de estimulantes à noite e preparar o quarto para ser um ambiente silencioso e escuro.

A terapia cognitivo-comportamental, conhecida como TCC-I, é apontada como a alternativa de primeira linha. Ela trabalha pensamentos e comportamentos associados ao sono e ajuda a reduzir a ansiedade noturna. Em alguns casos, quando as medidas comportamentais não são suficientes, médicos podem prescrever medicamentos, mas o uso deve ser controlado para evitar dependência.

Especialistas destacam que tratar eventuais causas associadas, como ansiedade, depressão ou apneia do sono, é fundamental para o sucesso do processo. Mudanças no estilo de vida também são recomendadas, como a prática de atividade física regular em horários adequados, técnicas de relaxamento e estratégias de manejo do estresse.

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