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Economia Desemprego no Brasil cai para 5,6%, a menor taxa da série histórica iniciada em 2012

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No Rio Grande do Sul, o desemprego ficou em 4,1%

Foto: Agência Brasília
Desocupação no País cai para o menor nível desde 2012. (Foto: Agência Brasília)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no terceiro trimestre deste ano, a menor da série histórica iniciada em 2012. Em relação aos três meses anteriores, o índice de desocupação caiu em duas das 27 unidades da Federação  – no Rio de Janeiro, de 8,1% para 7,5%, e no Tocantins, de 5,3% para 3,8% – e ficou estável nas demais.

Os dados são da Pnad  (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

As maiores taxas foram registradas em Pernambuco (10%), Amapá (8,7%) e Bahia (8,5%), e as menores, em Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso (2,3%), Rondônia (2,6%) e Espírito Santo (2,6%). No Rio Grande do Sul, o desempregou ficou em 4,1%.

A taxa de desocupação no País foi de 4,5% para os homens e de 6,9% para as mulheres no terceiro trimestre. Por cor ou raça, essa taxa ficou abaixo da média nacional para os brancos (4,4%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,3%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (9,8%) foi maior do que as dos demais níveis de instrução analisados. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 5,8%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3%).

No Brasil, o percentual de empregados com carteira assinada no setor privado foi de 74,4% no terceiro trimestre. Os maiores percentuais desses trabalhadores foram registrados em Santa Catarina (88%), São Paulo (82,8%) e Rio Grande do Sul (82%), e os menores, no Maranhão (51,9%), no Piauí (52,4%) e na Paraíba (55,3%).

O percentual da população ocupada no País trabalhando por conta própria foi de 25,3%. Já a taxa de informalidade chegou a 37,8% da população ocupada.

O rendimento real mensal habitual totalizou R$ 3.507. Houve estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 3.497) e alta ante o mesmo período de 2024 (R$ 3.373).

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Fernando Krause
15 de novembro de 2025 09:38

A esbanja não vai deixar a tua paixão pelo teu encantador evoluir, vai ficar só neste amor platônico, kkk.

Vanderlei Ochoa
14 de novembro de 2025 16:02

É só o ESTADISTA LULA assumir que as coisas melhoram a olhos vistos. Direita golpista vai ter um péssimo fim de semana com essa boa notícia do governo eleito pelo povo honesto. Parabéns ESTADISTA LULA.

Fernando Krause
15 de novembro de 2025 09:31

Já lambeu a língua podre do teu encantador hoje, Vandeca Aloprada?

Vanderlei Ochoa
14 de novembro de 2025 16:04

Como é gostoso ver os marginais da direita golpista sofrendo com o sucesso do ESTADISTA LULA…quaquaqua

Vanderlei Ochoa
15 de novembro de 2025 09:29

Tá com ciuminho kreusa Almeida??? Hahahahahah

Fernando Krause
14 de novembro de 2025 23:19

Alguém, em sã consciência e no uso de suas faculdades mentais acredita nos “fantásticos” números que o MENTIROSO lulopetismo divulga ??????????

Vanderlei Ochoa
15 de novembro de 2025 09:28

Retardado

Jorge Bressan
15 de novembro de 2025 00:46

A taxa real deve estar entre 13 e 15%.

Jorge Ferreira
15 de novembro de 2025 09:58

comentario ,iate de luxo e o povo ?

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