Quinta-feira, 04 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de janeiro de 2026
Senador (foto) elogiou Michelle e Tarcísio, além de fazer acenos a Caiado, Zema e Ratinho
Foto: ReproduçãoO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, publicou neste sábado (17), um vídeo nas redes sociais em que pede união da direita contra o PT e tenta conter disputas internas no campo bolsonarista. Na gravação, ele cita o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como aliados estratégicos.
“Todos nós que queremos um Brasil melhor temos que ter muita sabedoria e união para vencer o partido das trevas”, afirmou. “Como é que a gente vai unir o Brasil se a gente não consegue unir a direita antes?”, disse o senador.
“Não caia em pilha errada. O Tarcísio é um aliado fundamental. A Michelle tem um papel importantíssimo”, afirmou. O vídeo foi divulgado dias após movimentações que reacenderam a disputa para ser sucessor político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso.
Nesta semana, Michelle compartilhou uma publicação de Tarcísio em tom eleitoral e curtiu um comentário da primeira-dama de São Paulo, Cristiane Freitas, que defendeu “um novo CEO para o Brasil”, frase interpretada por aliados como um incentivo à candidatura do governador.
Na sequência do vídeo, Flávio voltou a mencionar o pai, atualmente preso na Papudinha e impedido de disputar eleições, e disse que seguirá atuando politicamente para que ele volte a concorrer.
“Eu tenho certeza que você também queria ver o meu pai Jair Messias Bolsonaro livre e de volta à Presidência. Enquanto isso não é possível, você não gostaria de presenciar um momento em que eu, Tarcísio, Michelle, Zema, Caiado e tantas outras lideranças estivéssemos juntos no mesmo palanque, pela mesma causa?”, declarou.
Em entrevista na quinta-feira (15), Flávio afirmou que não conversou com Michelle após a repercussão das publicações, mas disse que seguirá buscando unidade no campo conservador.
“Depois que saiu essa coisa, eu não conversei com ela ainda, mas vou sempre buscar a unidade”, afirmou após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ainda na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O senador também reforçou que sua pré-candidatura não está em debate e afirmou que foi escolhido diretamente pelo ex-presidente. “Tem uma situação concreta colocada. Sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. Não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta”, disse.
Flávio também comentou a pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira, em que aparece em segundo lugar, atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nos cenários testados. Segundo o levantamento, Lula aparece com intenções de voto entre 36% e 39%, enquanto o senador varia de 23% a 32%.
“O resultado de hoje ainda não reflete bem a realidade. Não existe aquela distância entre eu e o Lula”, afirmou. (Com informações de O Estado de S.Paulo)
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A tal “união da direita” propagada pelos Frouxonaros é sempre com eles no comando, nunca algum outro mais competente e menos burro. Família desgraçada que só pensa em si mesma. Traiu todos eleitores e descumpriu todas promessas de campanha. Só bravatearam e arregaram. E não têm nem vergonha de pedirem voto no Flávio Rachadinha agora, o qual, todo mundo sabe, jamais ganharia do Luladrão. Jair “indicou” o Flavio só para embaralhar o meio de campo e achacar o Centrão, pois sabe que ele não ganha. É só para ele não perder relevância e ser esquecido na cadeia.
Parece até que é sério.
Eduardo Bolsonaro tem sete dias, sete dias para decidir entre ser expulso pelos Estados Unidos de Donald Trump ou voltar para o Brasil e enfrentar a prisão. O aliado mais fervoroso de Trump, aquele que aplaudia cada deportação, cada endurecimento na fronteira, cada operação contra imigrantes ilegais, agora está do outro lado da política que tanto defendeu.
Se o país fosse uma ditadura Micheque estaria viúva.
Gente já é tempo dos Governadores dos Estados do Rio Grande do Sul, do Paraná, de Minas Gerais e do Estado de Goiás, se reunirem e macharem junto, em torno de um governador, que poderá ser escolhido entre si, EDUARDO LEITE, RATINHO JUNIOR, RONALDO CAIADO e ROMEU ZEMA? Porque apoiar uma candidatura IMPOSTA, sem consenso? Essa tal direita está DOIDA?