Sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 23 de abril de 2026
Antonio Camilo Antunes é investigado na Operação Sem Desconto
Foto: Lula Marques/Agência BrasilA Justiça do Distrito Federal negou o recurso do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes para não ser identificado como “Careca do INSS”.
Antunes é um dos investigados na Operação Sem Desconto, da PF (Polícia Federal), que apura descontos indevidos de mensalidades associativas nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A decisão foi proferida, na quinta-feira (16), pela TJDFT (Terceira Turma do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios), que julgou um recurso da defesa de Antunes para derrubar uma decisão de primeira instância que manteve a liberdade de menção ao apelido.
Por unanimidade, o colegiado entendeu que a citação ao apelido não pode ser entendida como ofensa e se caracteriza como exercício regular da atividade jornalística. “A expressão mencionada nas reportagens corresponde a apelido amplamente utilizado na mídia, sem demonstração de finalidade ofensiva”, justificou o colegiado.
A defesa de Antunes apresentou uma queixa-crime contra os proprietários de um site de notícias do DF. Segundo os advogados, a publicação teria cometido os crimes de calúnia, injúria e difamação ao escrever que o acusado comprou uma mansão em Trancoso (BA) com “dinheiro vivo”, fato que poderia caracterizar lavagem de dinheiro.
Além disso, os advogados alegaram que o termo “Careca do INSS” tem teor pejorativo e ofende a reputação de seu cliente.
Entenda
Em abril de 2025, a PF e a CGU deflagraram a Operação Sem Desconto. As investigações identificaram a existência de irregularidades relacionadas a descontos de mensalidades associativas aplicados sobre benefícios previdenciários, principalmente aposentadorias e pensões, concedidos pelo INSS.
A estimativa é que entidades investigadas tenham descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. À época, pelo menos seis servidores públicos foram afastados de suas funções.
De acordo com balanço do INSS divulgado em março, mais de 6,4 milhões de pessoas já contestaram as cobranças e 4.401.653 aderiram ao acordo, resultando na devolução de quase R$ 3 bilhões aos segurados em todo o País.
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Querem exigir, se fosse um país sério , mas sério mesmo seria condenado a forca, não tem o que se fazer com um imundo desses que não merece viver nesse planeta, quando roubou velhos, doentes, pensionistas deixou de ter direitos e a vida, porque mutios morreram sem medicamentos por consequência desse bandido, assim foi com o LULA LADRÃO, BOLSONARO, COLLOR,
Não merece ser chamado de ” careca do INSS”o correto seria O FILHO DE UMA PUTA, LADRÃO ,,CARECA DO INSS.
Então quer dizer que o “Careca do INSS”, hoje preso por suspeita de integrar uma quadrilha de bandidos, inclusive em sindicatos cumpanheros lulopetistas, que roubaram os aposentados do INSS pode continuar sendo chamado de “Careca do INSS”…
Vamos aguardar a delação premiada dele…