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Mundo Lula cita “amor à primeira vista” ao comentar encontro com Trump

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A reunião durou desta quinta durou cerca de três horas e foi classificada como positiva pelos dois líderes.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
A reunião durou desta quinta durou cerca de três horas e foi classificada como positiva pelos dois líderes. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

“Foi amor à primeira vista.” Foi o que disse o presidente Lula sobre sua relação com Donald Trump, após a reunião bilateral dessa quinta-feira (7) nos Estados Unidos. “A nossa relação é muito boa, uma relação que pouca gente acreditaria que pudesse acontecer com tanta rapidez”, afirmou o petista durante coletiva pós-encontro com o norte-americano.

O presidente brasileiro ainda completou: “Sabe aquela história de amor à primeira vista, aquele negócio da química? Foi isso que aconteceu, e eu espero que continue assim.”

Em setembro do ano passado, durante a Assembleia Geral da ONU, ambos os presidentes tiveram um rápido encontro nos bastidores — ocasião em que Trump disse que rolou “uma química excelente” e que Lula “pareceu um cara muito agradável”.

“Eu estava entrando (no plenário da ONU), e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem”, disse Trump. “Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos.

A reunião desta quinta durou cerca de três horas e foi classificada como positiva pelos dois líderes. Logo após o encontro, Trump usou uma rede social para dizer que a reunião foi “muito boa”. Ele também elogiou Lula, chamando o presidente brasileiro de “muito dinâmico”. Segundo o norte-americano, novos encontros devem acontecer em breve.

Já Lula deu mais detalhes sobre a reunião durante uma coletiva de imprensa. Lula afirmou que a reunião com Trump teve como foco a retomada e o fortalecimento da relação entre os dois países. O presidente disse que quer que os Estados Unidos vejam o Brasil como um parceiro importante.

Ainda segundo o presidente brasileiro, há interesse mútuo em ampliar a parceria, sobretudo nas áreas econômica e comercial. Ele afirmou que os EUA teriam dado menos atenção à América Latina nos últimos anos, o que resultou em um avanço da China na região.

Lula disse que defendeu uma relação baseada no diálogo e no multilateralismo, em oposição a políticas unilaterais.
Segundo ele, o Brasil está aberto a negociar com diferentes parceiros sem restrições, desde que sejam respeitadas a soberania e os interesses nacionais. Lula afirmou ainda que propôs a criação de um grupo de trabalho bilateral para tratar de impasses comerciais que envolvam tarifas de importação. Segundo ele, uma proposta deve ser apresentada em 30 dias.

O presidente declarou que saiu otimista do encontro e avaliou que há espaço para avanços. Segundo Lula, Trump demonstrou disposição para manter o diálogo, e novas reuniões devem ocorrer.

“Eu saio muito satisfeito da reunião. Acho que foi uma reunião importante para o Brasil e importante para os Estados Unidos.”

Lula afirmou que discutiu com Trump o potencial brasileiro na exploração de terras raras e minerais críticos, considerados estratégicos para a economia global.

Segundo Lula, o Brasil pretende ampliar o conhecimento sobre o próprio território e avançar na exploração desses recursos de forma planejada. O presidente brasileiro indicou que não espera mudanças imediatas na postura de Trump sobre conflitos. Ainda assim, disse considerar importante expor diretamente as posições brasileiras durante a reunião. Ele também mencionou situações específicas, como Irã e Venezuela, e afirmou que colocou o Brasil à disposição para contribuir com negociações, caso haja interesse.

Lula afirmou ainda que não pretende entrar em embate com o presidente americano por causa de divergências sobre conflitos globais. Ele disse ser “totalmente contra guerras” e declarou que é crítico dos ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Sobre Cuba, Lula afirmou que Trump disse não ter intenção de invadir a ilha, já que Havana tem demonstrado abertura ao diálogo. O presidente brasileiro classificou a declaração como um sinal positivo.

“Trump não vai mudar o jeito dele de ser por causa de uma reunião de três horas comigo”, disse. “Conversar é muito mais barato, mais eficaz. Não tem vítima, não tem destruição de casa, não tem morte de criança.”
Mudanças no Conselho de Segurança da ONU

 

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Cezar Roldão Schuaste
8 de maio de 2026 08:49

A alegria do esquerdalha muda conforme a ordem do chefe, agora foi lamber as botas dos americanos e pra esquerda agora o Tramp é o mais amiguinho, o mais bonitinho, …., ama o Brasil.

vanderlei stefani
8 de maio de 2026 11:07
Responder para  Cezar Roldão Schuaste

😭😭😭😭🐂🐂🐂🐂🐂🐂🐂🐂🐂

Fernando Krause
8 de maio de 2026 07:00

Os jornalistas muito bem informados que fazem a cobertura da White House certamente vão revelar o que Trump disse ao “anão diplomático” no Salão Oval…

vanderlei stefani
8 de maio de 2026 12:01
Responder para  Fernando Krause

Desespero de um bolsonarista

box1
8 de maio de 2026 05:45

Lula pouco tempo atrás, estava atacando o laranjão com suas bravatas na Europa, agora é amor a primeira vista 🤣. A jumentada entra em delírio, a realidade é que Trump só está reforçando o poder de influência dos EUA na América Latina, de olho na China. Sem contar que tem um porta aviões americano atracado aqui no Brasil

vanderlei stefani
8 de maio de 2026 11:09
Responder para  box1

😭😭😭😭😭😭🐩🐩🐩🐩🐩🐩🐩🐩🐩🐩

vanderlei stefani
7 de maio de 2026 22:25

Em ato de esperteza política, ele decidiu se encontrar com o presidente mais respeitado mundialmente na atualidade.

Em pleno ano eleitoral, com a popularidade pressionada e precisando ganhar simpatia até o fim do ano, o gesto não parece ter sido apenas diplomático. Parece cálculo.

Aproximar-se de uma liderança admirada internacionalmente rende imagem, manchete e capital político.

E nisso ele sempre foi muito bom.

Estou falando de Donald Trump.

Uma raposa.