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Saúde Entenda o que é “bumbum cansado” e por que o estilo de vida influencia o formato dos glúteos

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O hábito de permanecer longos períodos sentado reduz a ativação muscular da região. (Foto: Freepik)

O termo “bumbum cansado” tem sido usado para descrever uma alteração progressiva no formato dos glúteos que vai além do envelhecimento natural e está diretamente relacionada ao estilo de vida contemporâneo. O hábito de permanecer longos períodos sentado, comum na rotina de trabalho e em atividades com baixa movimentação diária, reduz a ativação muscular da região, compromete a sustentação e, ao longo do tempo, pode modificar o contorno corporal.

Segundo o médico Chris Lima, especialista em harmonização glútea e tratamento da celulite, o processo começa na função muscular e não se restringe à estética.

“O glúteo é um dos músculos mais importantes do corpo, mas também um dos mais negligenciados. Quando a pessoa passa muitas horas sentada, ele deixa de ser ativado corretamente, e isso gera um efeito que não é imediato, mas progressivo: perda de projeção, perda de firmeza e alteração do desenho corporal”, afirma.

Ele explica que essa falta de ativação pode ser percebida como uma “queda”, embora esteja mais ligada à redução de estímulo e sustentação estrutural. “Não é que o bumbum está caindo por gravidade apenas. É o músculo que deixa de sustentar, a pele que perde qualidade e o contorno que vai sendo apagado aos poucos”, detalha.

De acordo com o especialista, esse cenário se tornou mais frequente com as mudanças de comportamento da vida moderna. “A gente está falando de pessoas que passam o dia inteiro sentadas, com pouca ativação de glúteo. Mesmo quem treina, muitas vezes não compensa esse padrão, e o corpo responde com mudança estrutural”, observa.

Nesse contexto, a harmonização glútea surge como uma possibilidade de intervenção, com foco que vai além do aumento de volume. “Hoje o conceito mudou. Não é só aumentar, é reposicionar o contorno, melhorar a estrutura e devolver a função estética daquela região”, afirma.

O médico ressalta que a indicação deve ser sempre individualizada: “Tem paciente que precisa de qualidade de pele, tem paciente que precisa de estrutura e outros que precisam de reposicionamento. Não existe um padrão único.”

Para ele, o avanço das abordagens estéticas está ligado à compreensão do corpo de forma integrada. “A estética hoje não é só sobre volume, é sobre função, estrutura e comportamento. O corpo mostra exatamente como você usa ele”, conclui. As informações são do jornal O Globo.

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