Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 16 de setembro de 2026
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu nessa quarta-feira (16) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo promovido pelo colegiado desde o início do atual ciclo de flexibilização da política monetária, em março.
Com a decisão, a taxa básica de juros acumula redução de 1,25 ponto percentual desde o início do ciclo. Antes disso, a Selic permaneceu em 15% ao ano por dez meses, entre junho de 2025 e março de 2026. O nível de 15% era o mais elevado em quase duas décadas.
Segundo o Copom, a decisão é compatível com a estratégia de fazer a inflação convergir para o redor da meta ao longo do horizonte relevante da política monetária. O colegiado afirmou que, além de buscar a estabilidade de preços, a condução dos juros também considera os efeitos sobre a atividade econômica e o emprego.
“Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, afirmou o Comitê no comunicado divulgado após a reunião.
O Banco Central destacou que o ambiente econômico permanece marcado por incertezas e que continuará acompanhando fatores domésticos e externos que podem afetar a trajetória da inflação. Entre os pontos mencionados está a política fiscal, que, segundo o Copom, influencia as condições financeiras e os preços dos ativos.
O colegiado afirmou que essa influência reforça a necessidade de cautela na condução da política monetária. “O Comitê monitora com atenção a desancoragem das expectativas de inflação para prazos mais longos na medida em que esta contribui para a determinação dos preços e aumenta o custo de desinflação”, informou.
Outro ponto destacado pelo Copom foi o comportamento da atividade econômica. Segundo o comunicado, os indicadores disponíveis seguem consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado do ano.
A decisão ocorre em um cenário no qual as projeções para a inflação apresentaram alguma melhora nas últimas semanas. No Boletim Focus divulgado na segunda-feira (14), o mercado financeiro reduziu a estimativa para o IPCA de 2026 de 5% para 4,90%. Para 2027, a previsão era de inflação de 4,30%.
O mesmo levantamento apontava crescimento de 1,89% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026. A estimativa havia sido de 1,93% na semana anterior. Para 2027, a previsão de expansão da economia estava em 1,45%.
A inflação continua acima do centro da meta perseguida pelo Banco Central, de 3%, embora dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema de metas. O comportamento dos preços, das expectativas de inflação e da atividade econômica permanece entre os principais elementos considerados pelo Copom nas decisões sobre a Selic.
O cenário internacional também é acompanhado pela autoridade monetária. As tensões no Oriente Médio e seus possíveis efeitos sobre os preços de petróleo, combustíveis, alimentos e outros produtos podem alterar as perspectivas para a inflação brasileira. O impacto sobre as cadeias globais de produção e transporte também é considerado pelo Banco Central.
Antes da decisão, a expectativa predominante no mercado era de um novo corte de 0,25 ponto percentual. A projeção constava do Boletim Focus divulgado no início da semana, que também indicava Selic de 13,75% ao final de 2026.
Com a nova redução, a taxa básica passa a 13,75% ao ano. A próxima reunião do Copom será acompanhada pelos agentes econômicos em meio à evolução dos indicadores de inflação, atividade e expectativas, além das condições fiscais e do cenário internacional.
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Contra os indicadores não há o que falar, são medições objetivas da situação do País.
O IPCA está dentro da meta (no limite). A taxa de desemprego é a mais baixa dos últimos anos. O PIB cresce moderadamente mas constante. O IDH está crescente. A SELIC realmente está muito alta, mais baixando constantemente.
Comentários subjetivos e sentimentos sem base nao devem ser levados em consideração.
Esta redução é apenas para parecer que está tudo bem, mas na realidade a economia é outra, temos uma inflação galopante e empresas falindo e fechando as portas.
Só essa ação vai gerar milhares de empregos.
Deve gerar empregos no Paraguai e você é um mau caráter.
O que não resolve nada considerando wue petista não gosta de trabalhar!!
Graças a gente como tu e essa CAIO temos a CERTEZA de que estamos no lado certo da história. Novamente em PLENO EMPREGO. Obrigado por nos darem essa noção. Beijos no popô. Quaquaquaqua quaquaquaqua quaquaquaqua
Seu mau caráter, pleno emprego considerando o bolsa família como carteira assinada, seu jumento.
Eu poderia falar onde ele está beijando, mas não me rebaixar ao mesmo nível de você.
Na cara não…. hahaha