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Economia Governo federal estuda novo programa para eliminar dívidas antigas dos brasileiros

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A nova proposta, no entanto, não deverá ser apresentada como uma nova edição do Desenrola.

Foto: Freepik
A nova proposta, no entanto, não deverá ser apresentada como uma nova edição do Desenrola. (Foto: Freepik)

O governo federal estuda criar um novo programa para reduzir o endividamento de brasileiros com dívidas antigas. A proposta prevê a realização de leilões para que débitos considerados de difícil recuperação sejam vendidos com grande desconto, permitindo que os consumidores possam quitar as pendências por valores inferiores aos originalmente cobrados.

A informação foi divulgada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista ao jornal Extra. Segundo ele, o modelo ainda está em elaboração e deverá ser apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.

A proposta se diferencia dos programas tradicionais de renegociação porque o governo avalia atuar na compra das próprias dívidas, e não apenas na negociação das condições de pagamento. A ideia é que os débitos sejam adquiridos com deságio elevado, reduzindo o valor necessário para a quitação e evitando um impacto elevado nas contas públicas.

De acordo com Durigan, o foco seriam principalmente dívidas antigas, inclusive aquelas cujos credores já não têm expectativa de receber os valores devidos. O governo ainda avalia quais tipos de débitos serão incluídos e se o programa abrangerá somente dívidas bancárias ou também contas de empresas de serviços e outros compromissos.

O ministro citou como referência o modelo utilizado no Desenrola Brasil, programa lançado pelo governo para facilitar a renegociação de dívidas. Segundo ele, as iniciativas anteriores alcançaram cerca de 19 milhões de pessoas.

A nova proposta, no entanto, não deverá ser apresentada como uma nova edição do Desenrola. Segundo Durigan, a diferença está no mecanismo de atuação. Em vez de concentrar a política na renegociação entre consumidor e credor, o governo pretende estudar a recompra dos débitos antigos com desconto.

A equipe econômica ainda não definiu o percentual de deságio, quais instituições poderiam participar dos leilões nem o volume de recursos necessário. Também não há data definida para o início do eventual programa.

Segundo o ministro, a medida faz parte de uma estratégia mais ampla do governo para reduzir o comprometimento da renda das famílias com dívidas. A avaliação é de que parte dos consumidores que hoje possuem emprego e renda continua enfrentando restrições de crédito por causa de débitos contraídos anos atrás.

O governo também mantém outras iniciativas relacionadas ao crédito e ao endividamento. Entre elas estão programas de renegociação e medidas voltadas a consumidores que permanecem adimplentes, mas enfrentam dificuldades para manter os pagamentos em dia.

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7 Comentários
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Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
18 de setembro de 2026 08:15

Alguém tem que intervir nessa ideia do Lula, que as pessoas com impostos insuportáveis tenham que pagar a conta dos outros. Chega, basta!

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
18 de setembro de 2026 08:12

Resumo: nos vamos pagar as contas dos vagabundos irresponsáveis!

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
18 de setembro de 2026 08:03

Tem uma forma simples não dar cartões de crédito para quem não não tem dinheiro. Os bancos são os maiores culpados dessas dívidas, as vezes vejo um infeliz, que não tem nem um tênis, com 4 ou mais cartões de crédito. Tem q dar um basta nisso, porque quem paga a conta somos nós, e nunca ficamos devendo nada!

Paulo
18 de setembro de 2026 07:46

Assim como o líder, grande parte do brasileiro sempre tende à picaretagem. Não tem condições financeiras, é atraído por falsas vantagens de crédito, afunda-se em dívidas pensando numa ação governamental futura para anulá-la ou reduzi-la. Resumindo o governo quebra teu braço depois vem com uma tipóia para sair de bom moço.

ochoavanderlei@gmail.com
17 de setembro de 2026 19:22

ESTADISTA LULA sempre trabalhando pelo povo. Parabéns ESTADISTA LULA.

Jair
18 de setembro de 2026 08:39

“Se é tão estadista assim, imagino que elogio não precise vir em caixa alta toda vez. 😂”

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
18 de setembro de 2026 08:08

Isso não é trabalhando para ajudar ninguém, é fazendo os aproveitadores fazerem dívidas e nós pagarmos. Ou tu acha que os bancos tem prejuízos com essas dívidas?? O presidente tem sim que colocar um freio nos cartões de crédito que a maioria não tem nem condições de ter um cartão de crédito e andam com 4 ou mais cartões de crédito. Os bancos também tem responsabilidade em distribuição de cartões!

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