Terça-feira, 16 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 7 de maio de 2016
A falta de uma regulamentação específica sobre quais direitos tem um chefe de Poder afastado provoca expectativa no Palácio do Planalto. A intenção do governo é que, caso o processo de impeachment seja instalado no Senado e se confirme o afastamento de Dilma Rousseff, a presidenta possa contar com até 40 pessoas em seu staff da “resistência”, no Palácio da Alvorada.
Aí estariam incluídas até mesmo as quatro ajudantes de ordem, assessores diretos e pessoal do serviço médico, além de ministros. Essa equipe seria coordenada pelo assessor especial Giles Azevedo. Dilma pretende fazer pelo menos mais cinco cerimônias para reiterar o discurso de que está sendo “vítima de golpe”. Auxiliares da presidenta já organizam para ela uma despedida. Os nomes ainda estão em fase de definição. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, já se colocou à disposição para ficar ao lado de Dilma, assim como a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, e Carlos Gabas, que assumiu recentemente a Secretaria da Aviação Civil. (AE)
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