Terça-feira, 16 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 21 de junho de 2016
Michael Jackson está morto, mas a sua vida ainda é objeto de estudo de curiosos, especialistas e autoridades policiais.
O site americano RadarOnline afirma ter obtido documentos que comprovam que Jackson guardava material pornográfico infantil em sua mansão, o rancho Neverland, na Califórnia.
Relatórios feitos pela polícia após uma busca no local, em 2003, indicam que fotos, livros e vídeos eróticos foram descobertos na casa, além de imagens de sobrinhos do cantor em poses sensuais e medicamentos para tratamento de vício em sexo.
Não está claro se Jackson aparece nesses materiais, mas, segundo disse um investigador ao site, os documentos expõem o cantor como um “predador manipulador viciado em sexo e drogas” que pode ter usado “imagens explícitas de sacrifício animal e sexo adulto perverso” para fazer “crianças cederem às suas vontades”.
De acordo com os documentos oficiais da investigação a que o site teve acesso, os álbuns com conteúdo pornográfico infantil poderiam ser usados para atrair jovens. “Ele também tinha fotos repugnantes e absolutamente chocantes de tortura de crianças, nudez infantil e adulta e sadomasoquismo”, disse o investigador. As imagens que mais chocaram os policiais traziam uma criança segurando um ganso morto e outra de uma garota morta com uma corda em volta do pescoço.
Uma prisão preventiva para Jackson foi pedida em 2003, mas a Justiça aliviou a situação do cantor após ele ter comparecido voluntariamente à delegacia. Na época, algumas pessoas o processaram por abuso sexual, mas ele escapou de uma condenação ao assinar acordos milionários, que puseram um fim às investigações.
“Michael Jackson tinha desejos sexuais realmente perversos, e as fotos mostram um lado sádico dele que ninguém realmente conhecia”, falou a fonte do site ao descrever o astro, que morreria em 2009.
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