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Brasil Polícia Federal indicia ex-tesoureiro do PP e mais três pessoas em inquérito da Lava-Jato

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A força-tarefa da Lava-Jato afirma que Genu seria o responsável por receber a propina de contratos firmados no setor de abastecimento da Petrobras e por distribuí-la (Foto: Joedson Alves/AE)

A PF (Polícia Federal) concluiu o inquérito da 29ª fase da Operação Lava-Jato e indiciou o ex-tesoureiro do PP João Cláudio de Carvalho Genu, o sócio dele, Lucas Amorim Alves, a esposa, Cláudia Gontijo Resende Genu, e o cunhado, Antônio Gontijo de Rezende. A 29ª fase foi batizada de Repescagem. Entre os crimes citados na conclusão do inquérito estão formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A força-tarefa da Lava-Jato afirma que Genu seria o responsável por receber a propina de contratos firmados no setor de Abastecimento da Petrobras e por distribuí-la. Sessenta por cento dos recursos iam para o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa e 30%, para parlamentares do PP. Os outros indiciados ajudavam Genu na dissimulação de propriedades e bens, por meio de sociedades em empresas, ainda de acordo com as investigações.

As investigações da PF apontam ainda que o ex-tesoureiro do PP movimentou R$ 7 milhões, sem justificativa, entre 2005 e 2013. Desse montante, pelo menos R$ 2 milhões ficaram com ele. Genu também foi assessor do ex-deputado federal José Janene (PP-PR), morto em 2010, e foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no processo do mensalão do PT em 2012.

Após recurso, em março de 2014, Genu foi absolvido do crime de lavagem de dinheiro. Ele também tinha sido denunciado por corrupção passiva, mas o crime prescreveu. Atualmente, está detido na sede da carceragem da Polícia Federal. (AG) 

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