Quarta-feira, 27 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas Fundo sem acordo

Compartilhe esta notícia:

Ao propor a revisão da meta fiscal, elevando a estimativa de déficit para R$ 159 bilhões, o governo pede autorização ao Congresso para elevar o teto para o rombo das contas públicas neste ano e em 2018. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O bilionário financiamento público de campanha proposto na reforma política – pode chegar a R$ 3,6 bilhões – rachou o Congresso sobre a regulação do uso do dinheiro. Líderes defendem que o TSE controle a distribuição com lupa e regras rígidas – mas não apresentam soluções, indicando que o dinheiro do povo cairá na vala comum da gastança partidária sem controle. “Tudo que aconteceu no Brasil hoje faz com que deva ser redobrada a atenção com eventuais gastos nas campanhas eleitorais. Mas não há acordo, tem muita gente contra”, admite o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB).

Opção de saldo…

Mais cauteloso, o líder do PSDB, Ricardo Trípoli (SP), investe na tese de que “não pode ter dinheiro novo, tem que utilizar o que já existe, emendas parlamentares”.

…e extrato

Segundo Trípoli, “o recurso iria para os tribunais regionais, que passariam para os partidos. Teria uma supervisão dos tribunais e, tendo controle, não há dificuldade”.

Conta-gotas

Carlos Zaratini (SP), líder do PT, defende a tutela do TSE no repasse a conta-gotas para as legendas, com pente-fino na prestação de contas.

Roteiro da rifa

É notória a incompetência de seguidos governos (e do atual também) na gestão da Eletrobras, o que dá margem para privatização. Mas gente da oposição achou estranho o aval do presidente Michel Temer dois dias depois da visita de Aécio Neves ao Palácio Jaburu. O senador tucano é ligado na energia.

Herança tucana

Dimas Toledo, o manda-chuva em Furnas por anos – começou na gestão Fernando Henrique e adentrou o Governo Lula da Silva – era apadrinhado de Aécio na estatal. Dimas saiu , mas deixou lá uma filha empoderada, diretora de departamento.

Choque na língua

Quando governador de Minas, Aécio investiu pesado na Cemig e comprou boa parte da Light no Rio de Janeiro. Aécio ‘mandava tanto’ na Light que certa vez, ao ser provocado pelo prefeito César Maia, o tucano deu recado para ele controlar a língua senão o Rio corria o risco de ficar no escuro.

Vigilância aérea

O Serviço Florestal Brasileiro desenvolve um sistema de vigilância no qual um drone sobrevoa uma área para medição e mapeamento online. Isso dará celeridade a processos.

Bancos elétricos

Os maiores bancos privados do País já estudam consórcios para disputar a compra da Eletrobras. Na esteira, investidores até de um grupo de comunicação sócio de banco.

Bloco na rua

O presidenciável do PDT Ciro Gomes continua em campanha – a exemplo de Lula (pelo Nordeste), Alckmin e Dória Jr (por capitais). Ciro, Carlos Lupi, presidente do PDT, e Manoel Dias vão hoje à Assembleia de Porto Alegre em homenagem a Getúlio Vargas, que há 63 anos se suicidou com tiro no coração.

Instituto Garcia

Lula da Silva vai a Buenos Aires em outubro para participar da primeira reunião de criação do Instituto Marco Aurélio Garcia, o intelectual petista falecido este ano. O ex-presidente petista será patrono do instituto MAG, que funcionará na Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho, na capital portenha.

Memória petista

Escritos, ensaios, livros, fotos e outros documentos deixados por Marco Aurélio Garcia sobre a UNE, o exílio, a redemocratização e o PT ficarão guardados na nova entidade.

Saldo zerado

O Governo de Minas prometeu pagar os funcionários na terça parte do salário do mês, mas não caiu nada na conta da turma até ontem à noite.

Ponto Final

Estranhe, desconfie, questione muito quando as grandes emissoras de TV, sócias de conglomerados financeiros, acham normal rifar a Eletrobras para o setor privado.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Deixe seu comentário
Impedem o assalto
Governo prepara criação do Polo Carboquímico
Pode te interessar