Terça-feira, 26 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Governo gaúcho admite aumento de impostos; empresários condenam medida

Compartilhe esta notícia:

Giovani Feltes lembrou que o rombo nos cofres do Estado, ao final de 2015, será de 5,4 bilhões reais. (Foto: Ivan Andrade/Divulgação)

 

O governo do Rio Grande do Sul prepara a segunda fase do ajuste fiscal, que inclui aumento das alíquotas do ICMS.

A proposta deve chegar à Assembleia Legislativa na próxima semana, adiantou o secretário da Fazenda Giovani Feltes, durante o “Tá na Mesa”, encontro com empresários realizado pela Federasul, nesta quarta-feira (5).

O presidente da Federasul, Ricardo Russowsky, reafirmou ao secretário a oposição da entidade em relação ao ajuste tributário.

“Condenamos a tentativa de propor aumento de carga tributária porque precisamos de soluções estruturais que envolvam um elenco de decisões”, contestou o presidente.

No encontro, Feltes reconheceu que a elevação de impostos causa desconforto, no entanto, afirmou que a medida está no horizonte do Estado.

“O retorno desejado pela sociedade é superior aos serviços que estão sendo oferecidos”, declarou, ao desabafar que o governo anterior, “em uma condição espetacular”, perdeu 11 bilhões de reais que deveriam ser usados para investimento.

Aos empresários, Feltes lembrou que o rombo nos cofres do Estado, ao final de 2015, será de 5,4 bilhões reais, valor equivalente a três folhas de pagamento do funcionalismo, que está na casa do 1,8 bilhão de reais. “Esse é um quadro que vai se repetir em 2016”, apontou.

As ações para sanar as dívidas do Estado incluem, conforme o secretário, renegociação da dívida com a União e mudanças no Pacto Federativo.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

“Brasil tem medalha de ouro em custo tributário”, diz ministro da Fazenda
Deputados do partido do governador gaúcho são contra parcelamento de salários dos servidores, mas alegam: “Não tem o que fazer”
Pode te interessar