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Mundo O capitão de um navio envolvido em uma colisão foi preso em Budapeste

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A embarcação "Hableany" levava 35 indivíduos. (Foto: Reprodução)

A polícia húngara prendeu na noite desta quinta-feira (30) o comandante do navio de cruzeiro que atingiu um barco turístico no rio Danúbio, em Budapeste, provocando a morte de pelo menos sete pessoas e deixando 21 desaparecidas. De acordo com as autoridades, o homem, um cidadão ucraniano residente em Odessa, tem 64 anos e foi identificado como Yurij C. Ele é acusado de má conduta e imprudência durante a navegação.

A embarcação “Hableany” levava 35 indivíduos, incluindo 33 sul-coreanos e dois tripulantes húngaros, e afundou na quarta-feira (29) após se chocar com o barco comandado por Yurij. O navio afundado foi encontrado nas primeiras horas desta quinta próximo da Ponte Margit. Os dois tripulantes húngaros e 19 sul-coreanos continuam desaparecidos.

Navio encontrado

A equipe da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos encontrou por um golpe de sorte uma embarcação naufragada do século 19. A descoberta foi realizada durante procedimentos de rotina para testar equipamentos, no Golfo do México, região marítima que banha os Estados Unidos, México e Cuba.

Após a surpresa, os especialistas responsáveis resolveram transmitir o mergulho exploratório ao vivo pela internet, o que possibilitou que outros cientistas ao redor do mundo acompanhassem a expedição e fizessem especulações sobre o barco. O navio mede cerca de 37,8 metros de comprimento e é feito de madeira com revestimento de cobre — o que ajudou a reter parte da integridade da embarcação.

Embora não saibam quando afundou, os especialistas puderam caracterizar o período no qual a embarcação foi construída com base na proa do navio, no corpo do casco e nos restos do molinete (utilizado para içar cabos). Nenhum artefato foi encontrado na região e não restou nenhuma parte da estrutura que ficaria para fora da água durante as navegações.

Parte da madeira aparenta estar carbonizada, o que levou os pesquisadores a acreditarem que o navio possivelmente pegou fogo e foi quase totalmente destruído antes de afundar. Isso explicaria porque não há pertences pessoais ou artefatos do convés ao seu redor.

Pentágono

O Pentágono negou o conteúdo de uma reportagem do “Wall Street Journal” que diz que a Casa Branca pediu, por ocasião da recente visita de Donald Trump ao Japão, que um navio americano batizado com o nome do falecido senador John McCain, rival do presidente dos Estados Unidos, fosse mantido fora de vista.

“Jamais autorizei nem aprovei nenhuma ação ou movimento de qualquer tipo em referência a este navio”, afirmou o secretário interino de Defesa, Patrick Shanahan, que está na Ásia.

Shanahan ainda elogiou o senador: “Além disso, jamais teria desonrado a memória de um grande patriota como John McCain”.

O “Wall Street Journal” informou que o nome do destroier lança-mísseis “USS McCain”, danificado em uma colisão em 2017, foi ocultado temporariamente após um pedido da Casa Branca.

“O ‘USS John McCain’ precisa ficar fora da vista”, afirmou o e-mail de um comandante militar americano, ao qual o jornal teve acesso, antes da viagem presidencial.

Em reparos na base americana de Yokosuka, onde Trump pronunciou um discurso na terça-feira (28) a bordo de outra embarcação, o navio em questão estava em uma posição de difícil deslocamento.

O nome foi então escondido por uma lona, e os marinheiros, liberados por um dia, informa o “Wall Street Journal”, que cita fontes que acompanharam o caso.

A lona foi retirada por uma razão desconhecida, e uma embarcação foi deslocada para bloquear a visão do navio.

 

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