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Brasil A Anvisa aprova o uso emergencial de doses da Coronavac envasadas pelo Butantan

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Segundo a Anvisa, a solicitação foi feita na quarta-feira (10), mas só foi aprovado na sexta (12). (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, o uso emergencial de 4,8 milhões de doses da Coronavac envasadas pelo Instituto Butantan. A decisão se estende às doses que ainda terão a produção finalizada nos próximos meses. O instituto pretende finalizar 46 milhões de unidades da Coronavac até abril, mas ainda aguarda a chegada do insumo farmacêutico ativo (IFA) da farmacêutica chinesa Sinovac.

No domingo (17), a agência aprovou o uso emergencial de 6 milhões de doses que foram importadas prontas pelo Butantan. Minutos mais tarde, a campanha de vacinação começou, em São Paulo. No dia seguinte, no resto do País.

A Anvisa permite que vacinas ainda com estudos em andamento sejam aprovadas para uso emergencial. Uma exigência é que estudos em fase 3 tenham sido conduzidos no Brasil. A agência também aprovou, no domingo (17) o uso emergencial de dois milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca.

Doses

O Instituto Butantan vai entregar mais 900 mil doses da vacina CoronaVac para a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo e para o Ministério da Saúde, após a Anvisa liberar o uso emergencial das doses envasadas.

Na segunda-feira (18), o Butantan fez um pedido de uso emergencial para 4,8 milhões de doses da CoronaVac envasadas no instituto, o que foi aprovado. No entanto, a estimativa foi corrigida pelo Butantan. Agora, o instituto afirma que, após processo de envase e conferência do lote, o total de doses envasadas foi de 4,1 milhões de doses. Desses 4,1 milhões de doses, 900 mil foram liberadas.

A CoronaVac é uma vacina contra Covid-19 baseada em vírus inativado e desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Butantan. Parte das doses foi entregue pela Sinovac já pronta para uso, enquanto outra parte é formulada pelo instituto em São Paulo.

Agora, está permitida também a utilização das vacinas envasadas pelo Butantan em sua fábrica, usando a matéria-prima enviada pelo laboratório chinês Sinovac. A partir desta autorização, outras doses que forem envasadas da mesma forma pelo instituto não precisam de novas liberações da Anvisa.

De acordo com o governo de São Paulo, 200 mil doses foram levadas ao Centro de Distribuição e Logística da Secretaria da Saúde de São Paulo já na sexta-feira (22), enquanto outras 700 mil seguiram para a central de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Em nota, o governo afirma que as demais doses envasadas, rotuladas e embaladas no Butantan a partir de matéria-prima enviada da China “serão liberadas tão logo passem pela inspeção de controle de qualidade do instituto”.

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