Quarta-feira, 10 de junho de 2026
Por Thales Antoniolli Crestani | 19 de agosto de 2021
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Em 1959, Fidel Castro e seus aliados concluíram a revolução comunista
em Cuba após diversos anos de luta armada contra o governo autoritário de
Fulgencio Batista. A bandeira defendida pelo grupo de jovens revolucionários,
que foi em grande parte aceita pela população, era a da criação de um novo
governo, que proporcionasse aos indivíduos maior liberdade para fazer as
próprias escolhas.
No entanto, as iniciativas do grupo revolucionário durante seu governo,
como a expropriação da terra e da propriedade privada e a instituição de
políticas de saúde e educação públicas, mantiveram a sociedade cubana em
regime político-econômico muito similar ao dos tempos de Fulgencio Batista – o que havia mudado era apenas o nome do ditador que estava no comando.
Após mais de 62 anos de um regime de controle social absoluto e de
promessas de liberdade não cumpridas, a população de Cuba segue sem os
mesmos diretos que a fizeram vincular-se ao golpe de Fidel Castro em 1959.
Razão pela qual, nos últimos dias, após falta de medicamentos, falta de
alimentos, falta de energia e aumento desproporcional de preço dos produtos
básicos, muitos protestos democráticos aconteceram na ilha caribenha com o
objetivo de restabelecer a tão sonhada liberdade.
A pergunta que fica no ar é: que tipo de solução o povo de cubano está
buscando? A resposta para esse questionamento foi escrita na Constituição
americana de 1775: “que todos os homens são criados iguais, que são dotados
pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre eles são a vida, a
liberdade e a busca da felicidade”. Em Cuba é vedado escolher um presidente
que não seja do partido comunista, o controle de preços é centralizado, os
salários são definidos pelo governo, é proibido viajar para fora do país e a
educação é somente fornecida de forma pública.
As experiências comunistas são muito similares, independentemente do
continente. O caso de Cuba, na América Central, muito assemelha-se ao
ocorrido na Rússia, na Coreia do Norte e no Vietnã. Em todos esses países, o
planejamento centralizado, com a participação do Estado em todos os âmbitos
da sociedade civil, demonstra-se ineficiente. Esperamos que a tão sonhada
liberdade, defendida nos Estados Unidos há mais de 250 anos, chegue logo
para o sofrido povo cubano.

Thales Antoniolli Crestani
Associado do IEE
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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ACHO QUE PODERIAM FAZER COMPARAÇÃO COM O COMUNISMO DA CHINA, QUE VAI SER A MAIOR ECONOMIA MUNDIAL, FAZER COMPARAÇÃO TAMBÉM COM OUTROS PAÍSES QUE NÃO SÃO GOVERNADOS POR REGIMES COMUNISTAS E QUE ESTÃO TÃO MISERÁVEIS QUANTO CUBA, SERÁ QUE É SÓ O REGIME COMUNISTA QUE ACABA COM O POVO ? O FATO É QUE QUALQUER PARTIDO SEJA DE ESQUERDA OU DIREITA, ONDE SÓ A CORRUPÇÃO INTERESSA AO OLHOS DE QUEM GOVERNA, FAZ O POVO SOFRER
Muito boa Ondina, bem colocado. Deverias ser sempre assim.
Os brasileiros que defendem o globalismo, o socialismo, o comunismo devem neste momento passar uma temporada, tipo um mês, em Cuba, afinal não há nada melhor que vivenciar uma situação!
De que adianta a liberdade para a mizéria?
Por acidente PTerrorista não levou a última eleição para Presidencia….. Acho que se atrapalharam na contagem de votos no TSE de Brasilia…!!
Acreditem se estes criminosos cumunistas tivessem se mantido no poder ….. hoje …. estariamos com o mesmo regime dos Paises Cumpanheiros….Venezuela, Argentina, Cuba, e tantos outros da America Latrina….
Senhores….. os cumpanheiros trabalham acelerado para instalar a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).