Terça-feira, 11 de Maio de 2021

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Colunistas A lamentável tentativa do uso eleitoral da morte de João Alberto

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Em algumas cidades, o uso eleitoral do episódio de violência com morte ocorrido no Carrefour. (Foto: Reprodução de vídeo)

Os atos da violência ocorrida na noite de quinta-feira (19) na loja do Carrefour em Porto Alegre, que culminaram com a morte lamentável de um cliente negro, vem sendo usados sem qualquer pudor, por grupos de esquerda na campanha eleitoral de Porto Alegre. Vídeos de fake news censurados pela Justiça Eleitoral e até denúncias sobre a filiação de um dos seguranças que mataram João Alberto, tentam influenciar a campanha eleitoral. Estes grupos tentam, num vale-tudo, despudoradamente, faturar eleitoralmente em cima de um cadáver.

Abraham Weintraub: “A situação deve ser resolvida dentro da lei”

O ex-ministro da Educação e atual diretor do Banco Mundial Abraham Weintraub faz dois comentários sobre o caso. Seu olhar distante dos fatos é importante:

“Não gosto do Mecanismo, dos oligopólios que foram criados, do Carrefour, de seus donos, da forma como ficaram bilionários, de seu alinhamento ideológico ou de seus amiguinhos. São responsáveis pela morte? Que sejam julgados! E não interessa se a pessoa tinha passagem na polícia.

“A situação deve ser resolvida dentro da lei e não queimando suas lojas. Também sou contra linchamentos, mesmo de estupradores. Defendo mudar as leis para que possamos julgar, condenar e executar monstros. Na barbárie e na violência, são os fracos que perdem. Os ricos têm seguro!”

Bandeira do PDT no comício de Melo

No comício realizado ao meio-dia desta segunda-feira na esquina democrática (centro histórico de Porto Alegre) o candidato Sebastião Melo (MDB) e seu vice, Ricardo Gomes (DEM), mobilizaram centenas de militantes para a reta final da eleição.

Em meio a bandeiras de partidos aliados, chamou a atenção no comício de Sebastião Melo, um grupo de militantes com bandeira do PDT, da candidata Juliana Brizola, que não chegou ao segundo turno.

Um sinal de que a orientação da cúpula do PDT, para apoio a Manuela do PCdoB, não foi obedecida pela militância.

Jurista Elias Mattar Assad aponta que prisão de Oswaldo Eustáquio “não existe legalmente”

O presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM), Elias Mattar Assad, publicou nesta segunda-feira (23), em Curitiba, uma carta em defesa do jornalista Oswaldo Eustáquio.

Mattar afirma na carta que Eustáquio agiu “em legítima defesa de sua liberdade” e enumera pontos que classifica como “absurdos” nos polêmicos inquéritos da Suprema Corte.

“Oswaldo nunca foi formalmente indiciado no inquérito, não sendo suspeito da prática de nenhum crime, concretamente, até o dia de hoje. Sem existência de crime e indícios de autoria, sua prisão não poderia ter existido e muito menos “substituída” (ex-officio) por medidas restritivas, pois não se pode “substituir” o que legalmente não existe”, aponta Assad.

Governador Eduardo Leite “Não estamos pedindo que as pessoas fiquem trancadas”

O governador gaúcho Eduardo Leite fez ontem um alerta para que os cuidados sejam intensificados, depois que foi observado no Rio Grande do Sul um aumento de casos e de internações confirmadas por Covid-19.

“É importante que as pessoas lembrem que não estamos vivendo um momento de normalidade. Temos um vírus que circula entre nós e é importante que as pessoas não se aglomerem e reduzam os contatos. Não estamos pedindo que fiquem trancadas em casa, pois sabemos que é importante que as pessoas circulem, para a saúde mental e para a economia, mas que, ao circularem, ajudem seguindo os protocolos. Assim, poderemos conviver com o vírus de forma segura até a chegada da vacina, sem sobrecarregar os hospitais”, afirmou Leite.

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Nota sobre o caso Carrefour: advogado afirma que “Geovane não agiu por nenhum motivo racista”
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