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Mundo A Nova Zelândia determina lockdown para os moradores de Auckland

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Decisão de Jacinda Ardern ocorre em meio a novas medidas de combate à Covid no país. (Foto: Reprodução/Portal Nova Zelândia)

O governo da Nova Zelândia disse aos residentes de Auckland, maior cidade do país, que ficassem em casa por três dias após integrantes de uma família testarem positivo para o coronavírus. As viagens para dentro e fora da cidade, de 1,5 milhão de habitantes, também serão restritas.

Um oficial de saúde disse que o novo surto comunitário pode estar relacionado à fronteira com a Nova Zelândia, porque um membro da família afetada trabalha para a companhia aérea de catering LSG Sky Chefs. Um menor nível de restrições será imposto para o restante do país, também por três dias a partir desta segunda-feira.

A diretora-geral de saúde, Ashley Bloomfield, disse que as autoridades estão presumindo que os três novos casos são uma variante mais contagiosa do novo coronavírus, embora ainda estejam aguardando os resultados da análise genética.

A Nova Zelândia pretende eliminar o coronavírus em vez de apenas reduzir sua disseminação. O país teve cerca de 2,3 mil casos de covid-19, ajudado por sua geografia como ilha remota e um bloqueio rígido em abril e maio do ano passado. A primeira-ministra Jacinda Ardern disse que a nova rodada de restrições ajudaria as autoridades a controlar o surto.

Maori

Um líder maori da Nova Zelândia que foi expulso do Parlamento semana passada por se recusar a usar uma gravata na câmara disse que obrigá-lo a adotar um código de vestimenta ocidental é uma violação de seus direitos e uma tentativa de suprimir a cultura indígena.

O presidente do Parlamento, Trevor Mallard, impediu Rawiri Waititi de fazer perguntas duas vezes na câmara de debates, insistindo que parlamentares só podem fazê-lo se estiverem usando uma gravata.

Waititi, de 40 anos, que se tornou parlamentar pela primeira vez na eleição de outubro, usava um taonga, um pingente de pedra verde maori. Quando Waititi insistiu com a pergunta, depois de ser interrompido uma segunda vez, Mallard ordenou que ele saísse.

“Não se trata de gravata, trata-se de identidade cultural, companheiro”, disse Waititi ao deixar a câmara. Waititi usou o mesmo traje para ir ao Parlamento e, desta vez, teve permissão para falar.

“O laço foi tirado de nossos pescoços e agora podemos cantar nossas canções”, disse Waititi.

O incidente provocou um debate sobre colonialismo na Nova Zelândia e causou indignação em todo o mundo. Os maori tem cerca de 20% de representação no Parlamento, mas Waititi, que classifica as gravatas como um “nó de forca colonial”, disse que ainda existe um racismo sistêmico na Nova Zelândia e que isso é produto da colonização.

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