Quarta-feira, 12 de Agosto de 2020

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Brasil A pandemia faz as vendas de celulares caírem 8,7% no primeiro trimestre no País

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Vendas no setor despencaram. (Foto: Reprodução/Apple)

O mercado de celulares no Brasil registrou queda no primeiro semestre causada pela pandemia de coronavírus, afirmou uma pesquisa conduzida pela consultoria IDC. Segundo o estudo, foram comercializados 10,4 milhões de celulares, 8,7% a menos do que no mesmo período do ano passado, enquanto o mercado cinza — de produtos piratas — viu um crescimento de 135% em relação ao primeiro trimestre de 2019.

No total de consumo do primeiro trimestre, 9,8 milhões foram smartphones, queda de 7,8%, e 544 mil foram feature phones — aqueles celulares mais simples, com botões físicos — , retração de 22,4% em relação ao primeiro trimestre de 2019. Na crise, os brasileiros também optaram por adquirir celulares mais baratos. Os mais vendidos — cerca de 5,1 milhões unidades — foram os chamados intermediários premium, com preço entre R$ 1 mil e R$ 2 mil. Mas, mesmo esses, também chegaram mais caros na prateleira em relação ao ano passado, por conta da alta do dólar.

“Os fabricantes que não dependem de componentes fabricados na China não foram tão afetados com o lockdown em Wuhan, epicentro da doença, e equilibraram melhor o seu estoque. Já aqueles que possuem uma dependência maior dos componentes produzidos na China, foram impactados e os efeitos chegaram ao varejo”, afirma Renato Meireles, analista da IDC.

O mercado cinza, porém, teve números expressivos de crescimento durante a pandemia. Segundo a pesquisa, o aumento nas vendas foi de 135%, comparado ao mesmo período do ano passado, com cerca de 1,1 milhão de aparelhos comercializados, com celulares até 10% mais baratos do que no varejo.

“O maior movimento foi em janeiro, consequência dos lançamentos mundiais ofertados também no mercado paralelo. Nos meses seguintes, com o fechamento das fábricas chinesas, houve queda no abastecimento e nas vendas”, explica Meireles.

Para o segundo trimestre, as expectativas não ficam muito diferentes do que já foi observado durante o ano. De acordo com a IDC, é esperada uma queda de 32% nas vendas, em relação ao ano passado, resultado do fechamento de lojas por conta da quarentena obrigatória.

Higienização é importante

Para higienizar o celular, em primeiro lugar, é essencial que o aparelho esteja desligado. Também é importante remover todos os acessórios conectados e capas, que devem ser higienizadas separadamente.

O ideal para a limpeza do celular é que o álcool etanol ou álcool isopropílico seja aplicado utilizando lenços de papel ou guardanapos de microfibra que não soltem fiapos. Lembre-se de passar o produto em todo o corpo do aparelho, nas bordas e na tela. Espere secar e passe mais uma camada para garantir, uma vez que a primeira limpeza vai eliminar mais a sujeira visível. Espere secar novamente e, só então, ligue o aparelho.

Nunca aplique o álcool etanol ou o álcool isopropílico diretamente no celular. Outra recomendação é não encharcar o pano, evitando que gotas entrem no aparelho e possam causar danos ao equipamento.

Não use nos produtos abrasivos como cloro, água sanitária ou álcool em gel, tanto de farmácia quanto de limpeza geral. Quando em contato com os smartphones, o resultado do gel pode prejudicar a durabilidade do equipamento. Produtos abrasivos também podem danificar o revestimento e a parte interna do celular, caso escorram para o interior da carcaça, resultando em danos irreversíveis.

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