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Notícias A seleção do Uruguai estreou na Copa América com uma goleada de 4 a 0 sobre o Equador

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O atacante Cavani foi um dos destaques da Celeste. (Foto: Divulgação/Conmebol)

Jogando diante de 13,6 mil torcedores no estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG), na noite desse domingo, a Seleção do Uruguai estreou na Copa América de 2019 com uma vitória de 4 a 0 sobre o Equador. A goleada foi construída por Cavani, Lodeiro, Suárez e Mina, este último marcando contra o seu próprio time.

A ampla superioridade da Celeste em toda a partida foi reforçada aos 20 minutos do primeiro tempo, com a expulsão de Quintero no time adversário. Ele “foi para o chuveiro mais cedo” após cometer uma falta considerada excessiva pelo árbitro gaúcho Anderson Daronco.

De um modo geral, a partida teve um primeiro tempo empolgante e com belos gols, seguido de uma etapa complementar morna, sobretudo por parte do Equador, que na próxima sexta-feira enfrenta em Salvador (BA) o Chile. Já os uruguaios têm como próximo desafio o Japão, quinta-feira na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

Escalações

Sob o comando de Óscar Tabárez, o Uruguai contou com Muslera, Cáceres, Giménez, Godín, Laxalt, Nández (Pereiro), Bentancur, Vecino, Lodeiro, Suárez e Cavani;

Já o Equador do técnico Hernán Goméz se apresentou com Domínguez, Quintero, Mina, Achilier, Caicedo, Orejuela, Intriago, Antônio Valência, Mena (Velasco), Enner Valência e Preciado (Romário Ibarra).

O duelo

Com menos de 1 minuto, o Equador levou perigo para o Uruguai, o que seria uma exceção em um jogo marcado pelo domínio da Celeste. Afinal, dali em diante a partida seria ditada por Suárez, Cavani e companhia. No lance seguinte, a Celeste buscou o ataque. A redonda passava em vários lances pelos pés de Bentacur e um futebol vertical era visto, em busca na maioria das vezes de Suarez.

Aos 5, o primeiro gol: com a bola cruzada na área, Lodeiro (ex-Botafogo e Corinthians) dominou, limpou o lance e soltou o pé esquerdo, marcando um belo gol no Mineirão. Apesar da boa organização defensiva, o Equador seguia com dificuldades para sair jogando, quase sem sem passar com a bola do meio do campo e abusando de ligações diretas.

A Celeste, que trocava mais passes e seguia investindo contra a área do adversário, teve a sua situação facilitada quando Quintero recebeu o cartão vermelho do juiz Anderson Daronco (após recurso ao vídeo) por uma falta considerada violente.

Com mais espaço, o Uruguai conseguiu ser mais agressivo, chegando por todos os lados e com boas investidas na direita. Suárez mostrava muita movimentação na frente e Cavani também se mostrava muito participativo – em um cruzamento na área aos 31 minutos, ele desviou de letra, para defesa difícil do arqueiro.

O placar seria ampliado aos 32, em uma cobrança de escanteio: a bola chegou em Godín, que deixou para Cavani dar um belo voleio, estufando a rede. A partir daí, o jogo virou “um passeio”. Em novo cruzamento na área, aos 43 minutos Cáceres conseguiu o desvio de cabeça e a redonda sobrou para Suárez fazer o seu.

Já no segundo tempo, o Uruguai voltou mais acomodado, sem o mesmo ímpeto no ataque, limitando-se muitas vezes a trocar passes. Do outro lado, porém, o Equador não conseguia criar jogadas capazes de mudar o escore. Ambas as torcidas chegaram a ensaiar algumas vaias, como se exigissem “queremos futebol!”.

O relógio corria sem que o confronto em Belo Horizonte voltasse a ser atraente como na primeira etapa. Aos 33, o Uruguai “fechou a conta”: em cruzamento da esquerda, a bola chegaria para Pereiro mas Mina tentou evitar o tento e acabou marcando contra. Diante de uma eventual irregularidade no lance, o árbitro gaúcho voltou a consultar o VAR mas acabou confirmando o gol.

(Marcello Campos)

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