“A Autoridade de Saúde Pública havia preparado três cenários no verão. Nós nos baseamos no pior deles. Porém, está duas vezes mais grave do que se temia”, afirmou à AFP Lars Falk, diretor do departamento de UTI no hospital Karolinska de Estocolmo.
Serviços médicos estão sob pressão, e a demanda por reforços de profissionais de saúde qualificados em Estocolmo é alta.
“Lamentavelmente, o nível de contágios não diminui. Isto é muito preocupante”, disse o diretor de saúde da região de Estocolmo, Björn Eriksson. Há uma “pressão extrema sobre o sistema de saúde”, de acordo com ele.
Ele ordenou o cancelamento de todas as cirurgias eletivas na região da capital do país e pediu reforço de profissionais qualificados, em particular nas clínicas privadas.
“Acho que falhamos”, disse o rei. “Temos um grande número de mortos e isso é terrível.”
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