Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 16 de março de 2016
Uma jovem de 13 anos, que vivia com a mãe, foi estuprada dentro da sua própria casa por quem devia protegê-la: seu padrasto. E não só por ele. Também pelos outros homens que a mãe da menina teve antes dele. A última relação sexual forçada, em outubro do ano passado, deixou um rastro que vai ser difícil apagar da memória da menina: uma gravidez.
A trágica sequência de violência está nos autos do processo. A jovem está acolhida na casa de parentes, no Rio de Janeiro.
A Defensoria Pública do Rio informou que o aborto foi realizado na semana passada em um hospital no Rio. A jovem estava com 18 semanas de gestação.
A Justiça do Rio acolheu o pedido da Defensoria e da Promotoria, com a condição de que o procedimento adotado não colocasse em risco a saúde da menina.
O juiz estabeleceu a realização de exames médicos e pré-operatórios, que foram realizados com o máximo de segurança possível para garantir a integridade da menina. Ela passa bem. (AD)
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