Quarta-feira, 24 de junho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Advocacia-Geral da União deixa defesa de Bolsonaro e Wal do Açaí em ação de improbidade

Compartilhe esta notícia:

Bolsonaro constituiu advogados privado e AGU deixou ação de improbidade sobre Wal do Açaí.

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Bolsonaro constituiu advogados privado e AGU deixou ação de improbidade sobre Wal do Açaí. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A Advocacia-Geral da União (AGU) deixou a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na ação de improbidade administrativa sobre a contratação da ex-secretária parlamentar Walderice Santos da Conceição, a Wal do Açaí, apontada como sua “funcionária fantasma” na Câmara dos Deputados.

A ação corre na 6ª Vara Federal do Distrito Federal. No final de dezembro, a AGU informou que advogados privados indicados pelo presidente e pela ex-assessora assumiriam o processo.

A AGU faz parte da estrutura administrativa do governo federal. O órgão é responsável por representar e assessorar juridicamente o Executivo.

O Ministério Público Federal (MPF) foi contra a entrada da AGU no processo. O argumento foi o de que a atuação seria “incompatível com o interesse público”.

A Advocacia-Geral da União, por sua vez, disse que tinha autorização para “representar judicialmente agentes públicos, no que se refere a atos praticados no exercício das suas atribuições”.

Processo

A ação de improbidade administrativa pede a devolução de R$ 280 mil. O valor corresponde aos salários pagos a Walderice entre 2003 e 2018. Segundo o processo, ela nunca exerceu qualquer atribuição relacionada ao cargo.

O inquérito civil que fundamenta a ação foi aberto em 2018, após reportagem da Folha de S. Paulo noticiar que Walderice trabalhava em uma loja de açaí em Mambucaba, distrito de Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro, quando deveria dar expediente na Câmara dos Deputados. Em depoimento, ela admitiu que jamais esteve em Brasília. O presidente disse que a ex-secretária tomou posse por procuração e, por isso, nunca esteve na capital federal.

Para os investigadores, a nomeação de Walderice foi usada para pagar serviços privados prestados pelo marido dela, Edenilson Garcia, na casa mantida por Bolsonaro em Mambucaba. Como mostrou o Estadão, o MPF chegou a apontar indícios de um “esquema de rachadinhas” no gabinete de Bolsonaro ao dar entrada na ação.

Em defesa do presidente da ex-funcionária parlamentar, a AGU alegou que Bolsonaro tinha liberdade para orientar a atuação dos funcionários de seu gabinete tanto na capital federal quanto em seu Estado de origem, “de modo a implementar o indispensável contato com a população representada”.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Miltch Mitch
5 de janeiro de 2023 16:54

Pela primeira vez tu tá certo.
Culpa do Lula, fofoca do Lula e da foice de SP.

CADE AS PROVAS? CADE O DINHEIRO. CADE AS IMAGENS DAS MALAS? CADE O RAIO X DO $$ NA CUECA? CADE OS DELATORES….

NADA SOMENTE NARRATIVAS

Adroaldo Mousquer
5 de janeiro de 2023 09:15

Culpa do Lula, tudo mentira, esquerdistas, blá, blá, blá, …

Ministro dos Transportes faz convite a ex-ministro de Bolsonaro
Eletrobras aprova programa de recompra de ações
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x