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Política Advogado diz que Bolsonaro repudia atos “criminosos” e cita “infiltrados” nos ataques extremistas em Brasília

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Segundo o advogado, Bolsonaro “sempre foi um defensor da Constituição e da democracia"

Foto: Alan Santos/PR
Ministros de Lula consideram que não há base legal para a quebra de sigilo do documento do ex-presidente. (Foto: Alan Santos/PR)

Advogado de Jair Bolsonaro (PL), Frederick Wassef divulgou uma nota na qual afirma que o ex-presidente “repudia veementemente os atos de vandalismo e depredação do patrimônio público” ocorridos no dia 8 deste mês, em Brasília.

Wassef diz, no entanto, que os ataques contra os prédios dos Três Poderes foram “cometidos pelos infiltrados na manifestação” de apoiadores de Bolsonaro.

O advogado afirma na nota que Bolsonaro “sempre foi um defensor da Constituição e da democracia. Em todo o seu governo, sempre atuou dentro das quatro linhas da Constituição”. Segundo ele, Bolsonaro “jamais teve qualquer relação ou participação nestes movimentos sociais espontâneos realizados pela população”.

Leia abaixo, na íntegra, a nota de Wassef:

“O presidente Jair Bolsonaro sempre repudiou todos os atos ilegais e criminosos, e sempre falou publicamente ser contra tais condutas ilícitas, assim como sempre foi um defensor da Constituição e da democracia. Em todo o seu governo, sempre atuou dentro das quatro linhas da Constituição. O presidente Jair Bolsonaro repudia veementemente os atos de vandalismo e depredação do patrimônio público cometido pelos infiltrados na manifestação. Ele jamais teve qualquer relação ou participação nestes movimentos sociais espontâneos realizados pela população.”

Inquérito

O comunicado foi distribuído à imprensa horas depois de a PGR (Procuradoria-Geral da República) ter pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) a inclusão de Bolsonaro como investigado no inquérito que apura os autores intelectuais dos ataques. O pedido da PGR foi aceito pelo ministro Alexandre de Moraes.

O inquérito busca descobrir os instigadores dos ataques às sedes dos Três Poderes. Moraes afirmou que, oportunamente, será analisado o pedido de interrogatório de Bolsonaro, já que, no momento, ele está em Orlando (EUA).

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